Falei do Fokkerzão, mas também descobri que fica na Venezuela a capital mundial do Tunning.
A quantidade de carros tunados na Venezuela é nauzeante.
Chevete por exemplo, só tem tunado.
Não é possível encontrar sequer um Chevete normal, foram todos transformados em aberrações amarelo-preto ou vermelho-prata, munidos dos tradicionais pendulicaios, inclusive o reboque para puxar ar.
Mas não é só de Chevetes que vive o Tunning Venezuelano.
As vítimas são inúmeras. Faltam palavras para narrar o que se vê nas ruas Venezuelanas.
Aerofólios a quase dois metros do chão são comuns nas traseiras dos sedãs (me pergunto como se faz para abrir o porta-malas).
Cúmulo do mal-gosto, aquelas lanternas traseiras transparentes, são quase padrão nos Corsas, Unos, Palios e Fiestas, além de alguns importados cujos nomes não sei nem pude ler, visto que tiveram seus “enfeites” originais todos substituídos.
Não vou postar fotos de nada do que vi, até porque não tive coragem de fotografa-los.
Minha câmera, meu PC e meu blog não merecem esta agressão.
É, bom mesmo é o Brasil...
03 dezembro 2006
Por isso vou mudar para a Venezuela



Eu já contei antes que a Venezuela é um belo país.
Como todos, tem seus defeitos e qualidades, mas hoje descobri uma qualidade que desequilibra a balança em favor da Venezuela.
Eles ainda tem Fokker-100 em operação. Muitos.
Na verdade, não é o Fokker-100, e sim o DC 9/30 (ou MD 88, dependendo da empresa aérea), mas isso é o que menos importa. No fundo, não passa de um Fokker-100 tamanho família.
Sim, é outro avião, mas recuso-me a aceitar.
Esta semana voei nas belezuras aí em cima.
Isso é um avião, não aqueles monstros que a Boeing e a Airbus fazem.
Isso sim é uma máquina de voar.
Decola tão suave quanto um desses elevadores modernos subindo, e pousa com igual calma.
Isso é o que interessa, o resto é inveja...
Happy Feet
Se você não rir vendo este "teaser" de Happy Feet (Happy Feet - O Penguim - em português) não vá ao cinema ver o filme quando estrear no cinema...
A Cacherenguengue in America (ed. 0)
Venho escrevendo algumas coisas sobre os EUA.
A idéia era postar no futuro, ou nem postar.
Hoje recebi um e-mail de um cliente (mexicano) sem nenhuma palavra, apenas a imagem que está aí embaixo. Resolvi começar a postar o que escrevi.

O muro que será construído na fronteira EUA-México terá 20 pés (quase 6 metros e meio) de altura. A charge mostra a lojinha vai alugar escadas de 21 pés...
Grande sacada!
A idéia era postar no futuro, ou nem postar.
Hoje recebi um e-mail de um cliente (mexicano) sem nenhuma palavra, apenas a imagem que está aí embaixo. Resolvi começar a postar o que escrevi.
O nome original da imagem era (traduzido) esperteza mexicana
O muro que será construído na fronteira EUA-México terá 20 pés (quase 6 metros e meio) de altura. A charge mostra a lojinha vai alugar escadas de 21 pés...
Grande sacada!
Animadvertistine, ubicumque stes, fumum recta in faciem ferri?
Animadvertistine, ubicumque stes, fumum recta in faciem ferri?
Maximo TV – Quem sabe faz ao vivo
Aretha Franklin – Natural Woman
Bee Gees – Words (1968)
Supertramp – Goodbye stranger (eu tinha o LP)
Chicago – If you leave me now
Bee Gees – Words (1968)
Supertramp – Goodbye stranger (eu tinha o LP)
Chicago – If you leave me now
Ostras no liquidificador
Nosso Tom Dickson aprontando das suas outra vez.
Dessa vez ele prepara ostras com alguns dos mais usuais molhos... de uma forma nada usual.
Will it blend? that is the question...
Dessa vez ele prepara ostras com alguns dos mais usuais molhos... de uma forma nada usual.
Will it blend? that is the question...
28 novembro 2006
Esmola
O sujeito faz um investimento.
Carro, preparação, montagem da equipe, etc.
Se prepara para sair do kart e dar mais um passo rumo ao sonho da Formula1.
Gasta um caminhão de dinheiro para fazer uma primeira temporada de aprendizado e do nada fica sabendo que a categoria "acabou".
Não satisfeitos com isso, vem o golpe final...
A esmola...
Boris Casoy diria... é uma ver-go-nha!
Carro, preparação, montagem da equipe, etc.
Se prepara para sair do kart e dar mais um passo rumo ao sonho da Formula1.
Gasta um caminhão de dinheiro para fazer uma primeira temporada de aprendizado e do nada fica sabendo que a categoria "acabou".
Não satisfeitos com isso, vem o golpe final...
A esmola...
Boris Casoy diria... é uma ver-go-nha!
27 novembro 2006
Formula 1 2007
Para aumentar as chances de errar, resolvi fazer minhas previsões para 2007 antes mesmo dos testes de inverno. Se acertar sou um gênio visionário, se errar, não tinha base para a minha avaliação, e afinal, sou leigo...
A temporada
Será uma temporada menos polarizada que as anteriores.
Mais gente vencendo e mais gente na briga pelo título.
Renault
A equipe perdeu Alonso, mas ainda tem seu cérebro e coração, Flavio Briatore. Virá com um carro feio mas eficiente. Brigará pelo mundial de equipes.
Fisichela – é a versão italiana de Rubens Barrichello. Deve se aposentar no final do ano (ou antes) e dar lugar a Piquet.
Kovalainen – No ano de estréia como titular vai andar perto de Fisichela na primeira metade da temporada e depois massacra-lo. Terminará a temporada bem colocado e credenciado a favorito para o título de 2008. Empurrado por um bom carro tem chances (remotas) de ser campeão.
Ferrari
Vai ter um ano difícil. Perdeu o cérebro (Ross Braw) e seu coração (Schumacher). Mesmo assim estará na briga pelo mundial de equipes.
Haikonen – é sem dúvida tão talentoso quanto azarado. Para 2007 esperem mais quebras da Ferrari em uma temporada do que na década anterior. Vai guiar a Ferrari que era de Barrichello. Apesar do azar briga pelo título - mas não leva.
Massa – Passará a fazer parte do elenco fixo da Globo. Ouviremos a “musiquinha” algumas vezes (na verdade a Globo vai reprisar até dar nojo). Herdará a Ferrari de Schumacher – aquela que nunca quebrava – e contrariando minhas previsões anteriores, será um dos protagonistas da briga pelo título.
McLaren
Ganhou com a chegada de Alonso e o segundo piloto nem será tão importante.
Voltará a vencer e mantendo a confiabilidade de 2006 é a mais séria candidata ao mundial de construtores
Alonso – é “largo”. Chega na “equipe de Senna” na hora certa. Encontrará um carro estável e confiável. Repetirá um início de temporada assustador como o dos dois títulos. Grandes chances de um tri (contra minha torcida novamente). Se firmará como o piloto mais antipático da Formula1 moderna.
Lewis – estará em um ano de aprendizado. Será um bom ano e só. Vencerá uma corrida.
Honda
Treinar como nunca, perder como sempre. Vai estraçalhar e assombrar a concorrência nos testes de inverno e desandar quando a coisa for pra valer.
Button – se firmará como líder da equipe e primeiro piloto. Massacrará (novamente) o companheiro de equipe. Vence uma ou duas provas no ano.
Barrichelo – Apenas um brasileirinho. Vai dar várias declarações infelizes após as vitórias de Massa (snif). Nenhum pódio em 2007 será o caminho para aposentadoria.
Williams
Sairá do fundo do poço. Vai andar séculos à frente da Toyta, provando que competência fala muito mais alto que dinheito. Sentirá falta de um piloto com P maiúsculo para desenvolver o carro na segunda metade da temporada, mas 2007 será infinitamente melhor que 2006. Para 2008 sugiro Tarso Marques (eu não estou brincando Petrobrás)
Rosberg - É bom, mas não acho que vai desenvolver o carro tão bem. Precisa ser mais produtivo que em 2006 para não virar fumaça
Wurz – Leão de treino. Para 2008 não deveria ficar, daria lugar a um piloto com mais aptidão para acertar carros. Tarso Marques seria uma boa opção (vejam o que está fazendo na Stock). Para 2008 deveria ir para a Honda.
BMW-Sauber – a Sauber sempre foi uma grande promessa. Uma eterna fututra-equipe-grande. Deveriam tirar o Sauber do nome, para deixarem de ser só uma promessa.
Para 2008 sugiro a seguinte lista de pilotos: Barrichello, Coulthard, Ralph Schumacher e Fisichela.
Kubica – Galvão vai continuar explicando seu nome a cada final de semana de GP. Vai fazer uma temporada normal, beliscando um pódio aqui e outro ali. Vencerá um daqueles grande prêmios acidentados (provavelmente na chuva)
Heidfeld - é a versão alemã de Rubens Barrichello. Aliás, estou sendo injusto. Barrichello anda mais que ele.
Super Aguri
Cresceu muito na segunda metade da temporada de 2006. Seguirá crescendo em 2007. Pontuará em algumas provas e no GP vencido por Kubica colocará seus dois pilotos entre os seis primeiros
Sato – Grande estrela do automobilismo japonês. Amadureceu bastante em 2006. Termina o ano com um pódio (talvez dois).
Davidson – A equipe ganha muito com ele e vice-versa. Vai dar trabalho para Sato, mas termina a temporada com menos pontos. Pontuará com mais frequência, mas não vai ao pódio em 2007. Deve ir para a Honda (advinha em que carro?!) em 2008
RBR+STR
Chamarei as equipes do energético assim durante toda a temporada por causa do papelão que fizeram no Brasil.
Com dois motores diferentes e dois carros diferentes vai patinar novamente. Continuará mais eficiente no marketing do que nas pistas (e a escolha de seus pilotos mostra que o objetivo é esse mesmo).
Um pontinho aqui, outro ali. Vai briga com a Toyota no fundo do grid.
Coulthard – antes de RBR só guiou por equipes grandes e nunca fez nada. Na pista, continuará nada fazendo. Excelente relações públicas.
Werber – é o companheiro de equipe perfeito para DC. De Marketing ele entende.
Na STR dois Aprendizes de DC
Toyota
Mais uma vez mostrará que dinheiro não é tudo. Vão gastar uma fortuna para andar no fundo do pelotão. Se firmará como um cemitério de talentos (da Mata e Trulli só para começar)
Trulli – brigou com Flavio Briatore na pior hora. Teria sido capaz de impedir pelo menos um dos títulos de Alonso. É uma pena, porque é um dos melhores de sua geração.
Ralph Schumacher – é versão alemã de David Coulthard. Pra piorar continuará sendo perseguido pela sombra do irmão. Está fazendo hora extra (não solicitada) na F1.
Spyker – a nova Minardi sairá do fundo do grid com a ajuda dos motores Ferrari e da incompetência crônica da Toyta e RBR/STR.
Nem importa muito quem serão os pilotos. Em 2007 o carro não vai permitir muita coisa.
É um projeto para alguns anos.
Pontuará no tal grande prêmico que o Kubica vai ganhar.
Tem minha torcida.
A temporada
Será uma temporada menos polarizada que as anteriores.
Mais gente vencendo e mais gente na briga pelo título.
Renault
A equipe perdeu Alonso, mas ainda tem seu cérebro e coração, Flavio Briatore. Virá com um carro feio mas eficiente. Brigará pelo mundial de equipes.
Fisichela – é a versão italiana de Rubens Barrichello. Deve se aposentar no final do ano (ou antes) e dar lugar a Piquet.
Kovalainen – No ano de estréia como titular vai andar perto de Fisichela na primeira metade da temporada e depois massacra-lo. Terminará a temporada bem colocado e credenciado a favorito para o título de 2008. Empurrado por um bom carro tem chances (remotas) de ser campeão.
Ferrari
Vai ter um ano difícil. Perdeu o cérebro (Ross Braw) e seu coração (Schumacher). Mesmo assim estará na briga pelo mundial de equipes.
Haikonen – é sem dúvida tão talentoso quanto azarado. Para 2007 esperem mais quebras da Ferrari em uma temporada do que na década anterior. Vai guiar a Ferrari que era de Barrichello. Apesar do azar briga pelo título - mas não leva.
Massa – Passará a fazer parte do elenco fixo da Globo. Ouviremos a “musiquinha” algumas vezes (na verdade a Globo vai reprisar até dar nojo). Herdará a Ferrari de Schumacher – aquela que nunca quebrava – e contrariando minhas previsões anteriores, será um dos protagonistas da briga pelo título.
McLaren
Ganhou com a chegada de Alonso e o segundo piloto nem será tão importante.
Voltará a vencer e mantendo a confiabilidade de 2006 é a mais séria candidata ao mundial de construtores
Alonso – é “largo”. Chega na “equipe de Senna” na hora certa. Encontrará um carro estável e confiável. Repetirá um início de temporada assustador como o dos dois títulos. Grandes chances de um tri (contra minha torcida novamente). Se firmará como o piloto mais antipático da Formula1 moderna.
Lewis – estará em um ano de aprendizado. Será um bom ano e só. Vencerá uma corrida.
Honda
Treinar como nunca, perder como sempre. Vai estraçalhar e assombrar a concorrência nos testes de inverno e desandar quando a coisa for pra valer.
Button – se firmará como líder da equipe e primeiro piloto. Massacrará (novamente) o companheiro de equipe. Vence uma ou duas provas no ano.
Barrichelo – Apenas um brasileirinho. Vai dar várias declarações infelizes após as vitórias de Massa (snif). Nenhum pódio em 2007 será o caminho para aposentadoria.
Williams
Sairá do fundo do poço. Vai andar séculos à frente da Toyta, provando que competência fala muito mais alto que dinheito. Sentirá falta de um piloto com P maiúsculo para desenvolver o carro na segunda metade da temporada, mas 2007 será infinitamente melhor que 2006. Para 2008 sugiro Tarso Marques (eu não estou brincando Petrobrás)
Rosberg - É bom, mas não acho que vai desenvolver o carro tão bem. Precisa ser mais produtivo que em 2006 para não virar fumaça
Wurz – Leão de treino. Para 2008 não deveria ficar, daria lugar a um piloto com mais aptidão para acertar carros. Tarso Marques seria uma boa opção (vejam o que está fazendo na Stock). Para 2008 deveria ir para a Honda.
BMW-Sauber – a Sauber sempre foi uma grande promessa. Uma eterna fututra-equipe-grande. Deveriam tirar o Sauber do nome, para deixarem de ser só uma promessa.
Para 2008 sugiro a seguinte lista de pilotos: Barrichello, Coulthard, Ralph Schumacher e Fisichela.
Kubica – Galvão vai continuar explicando seu nome a cada final de semana de GP. Vai fazer uma temporada normal, beliscando um pódio aqui e outro ali. Vencerá um daqueles grande prêmios acidentados (provavelmente na chuva)
Heidfeld - é a versão alemã de Rubens Barrichello. Aliás, estou sendo injusto. Barrichello anda mais que ele.
Super Aguri
Cresceu muito na segunda metade da temporada de 2006. Seguirá crescendo em 2007. Pontuará em algumas provas e no GP vencido por Kubica colocará seus dois pilotos entre os seis primeiros
Sato – Grande estrela do automobilismo japonês. Amadureceu bastante em 2006. Termina o ano com um pódio (talvez dois).
Davidson – A equipe ganha muito com ele e vice-versa. Vai dar trabalho para Sato, mas termina a temporada com menos pontos. Pontuará com mais frequência, mas não vai ao pódio em 2007. Deve ir para a Honda (advinha em que carro?!) em 2008
RBR+STR
Chamarei as equipes do energético assim durante toda a temporada por causa do papelão que fizeram no Brasil.
Com dois motores diferentes e dois carros diferentes vai patinar novamente. Continuará mais eficiente no marketing do que nas pistas (e a escolha de seus pilotos mostra que o objetivo é esse mesmo).
Um pontinho aqui, outro ali. Vai briga com a Toyota no fundo do grid.
Coulthard – antes de RBR só guiou por equipes grandes e nunca fez nada. Na pista, continuará nada fazendo. Excelente relações públicas.
Werber – é o companheiro de equipe perfeito para DC. De Marketing ele entende.
Na STR dois Aprendizes de DC
Toyota
Mais uma vez mostrará que dinheiro não é tudo. Vão gastar uma fortuna para andar no fundo do pelotão. Se firmará como um cemitério de talentos (da Mata e Trulli só para começar)
Trulli – brigou com Flavio Briatore na pior hora. Teria sido capaz de impedir pelo menos um dos títulos de Alonso. É uma pena, porque é um dos melhores de sua geração.
Ralph Schumacher – é versão alemã de David Coulthard. Pra piorar continuará sendo perseguido pela sombra do irmão. Está fazendo hora extra (não solicitada) na F1.
Spyker – a nova Minardi sairá do fundo do grid com a ajuda dos motores Ferrari e da incompetência crônica da Toyta e RBR/STR.
Nem importa muito quem serão os pilotos. Em 2007 o carro não vai permitir muita coisa.
É um projeto para alguns anos.
Pontuará no tal grande prêmico que o Kubica vai ganhar.
Tem minha torcida.
24 novembro 2006
+1
Para ajudar a incentivar a turma a darem um jeito de fazerem o Farnel dia 2 de dezembro segue o link para dois texto do meu blog velho.
http://maximo.blog.terra.com.br/antes_do_comeco
http://maximo.blog.terra.com.br/antes_do_comeco
A esperança é a última que morre
Brands comentou no http://bligdogomes.blig.ig.com.br
Pessoal, O Marcelo Borg está se esforçando para que tenhamos um canto e Farnel aconteça. Também estou me empenhando demais nisto.
Afinal, por uma brincadeira do FG, desafiando o Joaquim, o Cerega, o Máximo e eu a levarmos mais de 50 pessoas, com comida, para assistir a uma corrida, surgiu este movimento maravilhoso, que uniu tanta gente! Mais, trouxe famílias de volta ao esporte. Ambiente gostoso, papos heterogêneos, tardes agradáveis. Ainda bem que a mídia deu alguma atenção. Já saímos na 4 Rodas, no site da 4 Rodas e agora na Racing. Minha esperança é que ajude os promotores de corridas a entenderem que boas provas trazem público espontâneo, não claques. E esses trazem amais gente.
Daí, fica mais fácil patrocínio, divulgação etc. E só a partir disto pode-se pensar em faturar alto.
Como uma criança, tem de ser olhada, cuidada e tratada no começo para depois crescer. Aqui todos querem ganhar muito no início, como se fossem fazer um campeonato de uma corrida só.
Atenção pessoal do Paulista, da Copa Porsche etc. Se vocês apoiarem a SuperClassic, ganham junto uma torcida e público.
Daí em diante vocês sabem como fazer. O difícil nós já começamos. Nos ajudem que vocês serão naturalmente recompensados.
E FG, você tem razão.
O 96 é especial.
Se fosse um Lada... nem com claque paga!
Pessoal, O Marcelo Borg está se esforçando para que tenhamos um canto e Farnel aconteça. Também estou me empenhando demais nisto.
Afinal, por uma brincadeira do FG, desafiando o Joaquim, o Cerega, o Máximo e eu a levarmos mais de 50 pessoas, com comida, para assistir a uma corrida, surgiu este movimento maravilhoso, que uniu tanta gente! Mais, trouxe famílias de volta ao esporte. Ambiente gostoso, papos heterogêneos, tardes agradáveis. Ainda bem que a mídia deu alguma atenção. Já saímos na 4 Rodas, no site da 4 Rodas e agora na Racing. Minha esperança é que ajude os promotores de corridas a entenderem que boas provas trazem público espontâneo, não claques. E esses trazem amais gente.
Daí, fica mais fácil patrocínio, divulgação etc. E só a partir disto pode-se pensar em faturar alto.
Como uma criança, tem de ser olhada, cuidada e tratada no começo para depois crescer. Aqui todos querem ganhar muito no início, como se fossem fazer um campeonato de uma corrida só.
Atenção pessoal do Paulista, da Copa Porsche etc. Se vocês apoiarem a SuperClassic, ganham junto uma torcida e público.
Daí em diante vocês sabem como fazer. O difícil nós já começamos. Nos ajudem que vocês serão naturalmente recompensados.
E FG, você tem razão.
O 96 é especial.
Se fosse um Lada... nem com claque paga!
Deu na Racing
O Farnel dos Matuzas virou matéria na Racing.
É bacana ver crescer algo que se viu nascer.
Algumas fotos para lembrarmos de quem é a "culpa".

É bacana ver crescer algo que se viu nascer.
Algumas fotos para lembrarmos de quem é a "culpa".

Antes do começo - Magno e sua turma. Já tinham ido na etapa anterior

Esta é do que podemos chamar de pré-Farnel.
Essa turma foi sem convite, sem mobilizçao, sem juízo.
Magno e seus capangas e il Comendatore estao nessa foto.

Este foi o dia do desafio do Gomes - textinho do Brands já vem pra explicar

Sergio foi de Recife para Sampa para ver o 96.
Tirou uma foto com o Gomes (que deixou publicar) e uma com o Deka.
A foto do Deka (dizem) colocou em seu criado mudo.
Veja essa!
Estou sempre atrasado, mas como a semana ainda não acabou, tenho tempo para falar.
A Veja fez mais uma das suas. Publicou mais uma mentira.
Dessa vez a culpa foi de um marketeiro... Ô cambada!
Mas a Veja fez sua parte, não confirmando a historia antes de publicar.
Como diz o Flavio Gomes, vou assinar a Veja de novo. Pra poder cancelar.
Leiam aqui:
http://aquinaogenesio.blogspot.com/2006/11/hum-humt-bom.html
A Veja fez mais uma das suas. Publicou mais uma mentira.
Dessa vez a culpa foi de um marketeiro... Ô cambada!
Mas a Veja fez sua parte, não confirmando a historia antes de publicar.
Como diz o Flavio Gomes, vou assinar a Veja de novo. Pra poder cancelar.
Leiam aqui:
http://aquinaogenesio.blogspot.com/2006/11/hum-humt-bom.html
SkyMall
Viajar é grande parte da minha rotina profissional. Como em tudo na vida, há a parte boa e a parte ruim. Algumas viagens são extremamente entediantes, como os vôos diurnos longos.
Aqui há uma escala de chatice:
1- vôos diurnos longos (mais de 3 horas) - chato
2- vôos diurnos longos com mudança de fuso horário (maior q 3 horas) - chatão
3- vôos diurnos longos, com mudança de fuso horário e sem entretenimento - aaaargh!
Lembrem-se de que não viajo a paseio, mas sim a trabalho, e neste caso dormir durante o vôo é uma armadilha na qual apenas turistas podem se dar o luxo de cair, já que isso complica bastante o ajuste ao fuso-horário.
Aqui há uma escala de chatice:
1- vôos diurnos longos (mais de 3 horas) - chato
2- vôos diurnos longos com mudança de fuso horário (maior q 3 horas) - chatão
3- vôos diurnos longos, com mudança de fuso horário e sem entretenimento - aaaargh!
Lembrem-se de que não viajo a paseio, mas sim a trabalho, e neste caso dormir durante o vôo é uma armadilha na qual apenas turistas podem se dar o luxo de cair, já que isso complica bastante o ajuste ao fuso-horário.
Numa viagem de 12 horas de duração, com a primeira perna de 5 horas sem entretenimento, vale qualquer artiíicio para não dormir.
Primeiro os classicos. Ler a revista de bordo (3 vezes), ler (até decorar) o folheto de instruções da aeronave e escrever no notebook até acabar a bateria.
O tempo parece não passar.
Quase desesperado, resolvo ver o que mais o bolso nas costas da poltrona da minha frente pode me oferecer. Surge impávido-colosso o Sky-Mall.
É um catálogo de compras. Belo nome para uma evolução da famosa revistinha da Natura (Avon e outras) que me mordem uns trocados todo mês, ao seduzirem minha esposa com Tupperwares, iogurteiras, taças de sobremesa e produtos de beleza.
Bom, é o SkyMall ou dormir, então vamos de SkyMall.
É uma coletânea de produtos inúteis, ou quase, todos caros, com algums honrosa exceções.
Mas a lista de inutilidades incompráveis é tão extensa que fica difícil dizer o que é mais inútil.
Aceito o desfio e me aventuro pelas páginas do SkyMall para tentar eleger os 5 melhores (ou piores).
Duzentas e oitenta páginas depois surge a lista final.
Primeiro os classicos. Ler a revista de bordo (3 vezes), ler (até decorar) o folheto de instruções da aeronave e escrever no notebook até acabar a bateria.
O tempo parece não passar.
Quase desesperado, resolvo ver o que mais o bolso nas costas da poltrona da minha frente pode me oferecer. Surge impávido-colosso o Sky-Mall.
É um catálogo de compras. Belo nome para uma evolução da famosa revistinha da Natura (Avon e outras) que me mordem uns trocados todo mês, ao seduzirem minha esposa com Tupperwares, iogurteiras, taças de sobremesa e produtos de beleza.
Bom, é o SkyMall ou dormir, então vamos de SkyMall.
É uma coletânea de produtos inúteis, ou quase, todos caros, com algums honrosa exceções.
Mas a lista de inutilidades incompráveis é tão extensa que fica difícil dizer o que é mais inútil.
Aceito o desfio e me aventuro pelas páginas do SkyMall para tentar eleger os 5 melhores (ou piores).
Duzentas e oitenta páginas depois surge a lista final.
5º lugar
página 239 - Aparelho para tocar violão usando apenas um dedo.
Pra que se esforçar e aprender a tocar de verdade?
Com este revolucionário dispositivo você só precisa aprender a decorar alguns números.
Deve ser muito divertido mesmo, olha o sorriso do rapaz.
página 239 - Aparelho para tocar violão usando apenas um dedo.
Pra que se esforçar e aprender a tocar de verdade?
Com este revolucionário dispositivo você só precisa aprender a decorar alguns números.
Deve ser muito divertido mesmo, olha o sorriso do rapaz.
4º lugar
página 19 - Plante tomates de cabeca para baixo.
Como é que eu não pensei nisso antes?
Como é que os tomates viveram antes disso?
página 19 - Plante tomates de cabeca para baixo.
Como é que eu não pensei nisso antes?
Como é que os tomates viveram antes disso?
3º lugar
página 77 - Protetor para orelha contra vento e frio.
Simplesmente lindo!
página 77 - Protetor para orelha contra vento e frio.
Simplesmente lindo!
2º lugar
página 26 - Espingarda de marshmallow.
Para deter modelos anoréxicas terroristas?
página 26 - Espingarda de marshmallow.
Para deter modelos anoréxicas terroristas?
1º lugar
página 18 - Imprima seus emails sem usar um micro.
Você só precisa de uma linha telefônica, e de assinar o serviço de e-mail da empresa.
O mundo está aos poucos se livrando do papel e as opções de conexão à Internet estão cada vez mais rapidas... Por que não andar na contra-mão?
página 18 - Imprima seus emails sem usar um micro.
Você só precisa de uma linha telefônica, e de assinar o serviço de e-mail da empresa.
O mundo está aos poucos se livrando do papel e as opções de conexão à Internet estão cada vez mais rapidas... Por que não andar na contra-mão?

22 novembro 2006
Téo José
É impressão minha ou o UOL limou o Téo José?
www.amigosdavelocidade e www2.uol.com.br/teojose/ não carregam mais nada além da pagina em branco. Venho testando uma semana direto em 4 micros diferentes...
Sou eu ou limaram o cara no maior silêncio??
www.amigosdavelocidade e www2.uol.com.br/teojose/ não carregam mais nada além da pagina em branco. Venho testando uma semana direto em 4 micros diferentes...
Sou eu ou limaram o cara no maior silêncio??
Copa Nextel Stock Car
Flavio Gomes, em seu blog, dessa vez deu uma Globalizada.
Adotou o padrão Global no pior sentido da expressão.
Ao falar do acordo da Stock Brasil com a Nextel fez pouco do novo nome da categoria.
Fabio Seixas (da Folha) também deu bola fora, quandolevantou a lebre de que a RG talvez não "acate" o nome.
A turma meio que dá a senha do que vai fazer, e se a RG fizer melhor ainda, colocam a culpa na Vênus.
Acredito que todos os meios de comunicação deveriam usar o nome CERTO da categoria.
A Nextel vai por dinheiro (não pouco) na brincadeira, esperando retorno em midia (lógico).
Se for pra viver o desrespeito que os patrocinadores de eventos vivem no Brasil (logos embaçados, nomes omitidos, etc) corremos o risco dos caras da Nextel pedirem o chapéu no final do contrato de três anos, e aí todo mundo da mídia vai dizer que os caras são oportunistas...
Não sou fã da categoria, e a critiquei aqui no blog a poucos dias inclusive, mas vou chama-la de Copa Nextel Stock Car.
Respeito é bom, e quem esta pagando gosta...
http://ultimosegundo.ig.com.br/paginas/grandepremio/materias/401501-402000/401614/401614_1.html
Adotou o padrão Global no pior sentido da expressão.
Ao falar do acordo da Stock Brasil com a Nextel fez pouco do novo nome da categoria.
Fabio Seixas (da Folha) também deu bola fora, quandolevantou a lebre de que a RG talvez não "acate" o nome.
A turma meio que dá a senha do que vai fazer, e se a RG fizer melhor ainda, colocam a culpa na Vênus.
Acredito que todos os meios de comunicação deveriam usar o nome CERTO da categoria.
A Nextel vai por dinheiro (não pouco) na brincadeira, esperando retorno em midia (lógico).
Se for pra viver o desrespeito que os patrocinadores de eventos vivem no Brasil (logos embaçados, nomes omitidos, etc) corremos o risco dos caras da Nextel pedirem o chapéu no final do contrato de três anos, e aí todo mundo da mídia vai dizer que os caras são oportunistas...
Não sou fã da categoria, e a critiquei aqui no blog a poucos dias inclusive, mas vou chama-la de Copa Nextel Stock Car.
Respeito é bom, e quem esta pagando gosta...
http://ultimosegundo.ig.com.br/paginas/grandepremio/materias/401501-402000/401614/401614_1.html
Maximo TV - Will it blend?
Mais uma vez nosso querido Tom Dickson.
Dessa vez ele testa uma garrafa com um "líquido gasoso" (nas palavras dele).
Lógico que com garrafa e tudo...
Dessa vez ele testa uma garrafa com um "líquido gasoso" (nas palavras dele).
Lógico que com garrafa e tudo...
21 novembro 2006
Charge do Capelli - 21nov06
O artista icógnito Ivan Capelli nos presenteou com mais uma de suas charges-jornalísticas.
Esta charge já correu o mundo e gerou muitos comentários.

Muitos amigos tem solidarizado com Cacá. Entre eles o "Piloto da Década"...
Esta charge já correu o mundo e gerou muitos comentários.

Muitos amigos tem solidarizado com Cacá. Entre eles o "Piloto da Década"...
20 novembro 2006
Para os amigos... (2)
Para o Flavio Gomes...
pode usar esta foto na sua coluna "No comments"
Fotos do tráfego em Moscou...

pode usar esta foto na sua coluna "No comments"
Fotos do tráfego em Moscou...

Para os amigos...
Para o Salomão...
O reconhecimento como Carro Europeu do Ano foi para o Alfa Brera.
A escolha se baseou em "suas linhas elegantes, excelência mecânica e interior acolhedor"
O Japan Automotive Hall of Fame foi quem deu o prêmio.
A máquina também já tinha sido eleita "O carro mais bonito do mundo" em janeiro por um júri de notáveis (como Prost e Briatore).
Difícil discordar dos prêmios e da paixão do Salomão...
O reconhecimento como Carro Europeu do Ano foi para o Alfa Brera.
A escolha se baseou em "suas linhas elegantes, excelência mecânica e interior acolhedor"
O Japan Automotive Hall of Fame foi quem deu o prêmio.
A máquina também já tinha sido eleita "O carro mais bonito do mundo" em janeiro por um júri de notáveis (como Prost e Briatore).
Difícil discordar dos prêmios e da paixão do Salomão...
Coluna do Reginaldo Leme no Grande Prêmio
http://ultimosegundo.ig.com.br/paginas/grandepremio/materias/400501-401000/400600/400600_1.html
Eu ia entrar no mérito do oportunismo da coluna, mas não vou.
Fica só o registro (e uma pergunta).
De uns tempos pra cá mais gente voltou a se interessar pelos heróis de outrora.
Será coincidência?
Eu, particularmente, não acredito em nenhum tipo de coincidência.
Bom... Da próxima vez avisem ao Reginaldo que eu tenho mais fotos...

Eu com Bird Clemente, Chico Lameirão e Bob Sharp.
(o papagaio de pirata é o Portilho Filho - grande Matuzinha)
Eu ia entrar no mérito do oportunismo da coluna, mas não vou.
Fica só o registro (e uma pergunta).
De uns tempos pra cá mais gente voltou a se interessar pelos heróis de outrora.
Será coincidência?
Eu, particularmente, não acredito em nenhum tipo de coincidência.
Bom... Da próxima vez avisem ao Reginaldo que eu tenho mais fotos...


Eu com Bird Clemente, Chico Lameirão e Bob Sharp.
(o papagaio de pirata é o Portilho Filho - grande Matuzinha)
Classe de 2006
Maximo TV - plantão da Stock Car
Minha opnião sobre a Stock Car já é conhecida dos mais próximos.
Não vejo graça na multi-bolha. Seria mais honesto correrem todos com a mesma bolha e assumir que é mono-marca, mas isso não é problema meu.
Um grid super-lotado, "autódromos" de araque, um regulamento tosco e um tri-vice... receita de confusão...
Foi o que aconteceu no Rio neste domingo. A penúltima etapa da Stock terminou algumas horas depois do programado devido a uma enxurrada de reclamações e recursos.
A vedete da confusa prova foi o incidente entre Bueno e Losacco.
Um vinha fazendo uma corrida decadente e o outro ascendente. Se encontraram numa disputa de posição intermediária e houve um toque (na verdade eu contei mais de um).
Primeiro não era nada, depois virou uma punição para Bueno.
Losacco reclamou de Bueno, que reclamou de todo mundo.
Toques fazem partes das categorias de Turismo, mas para tudo há limite. Mudanças de trajetória fazem parte da pilotagem defensiva, mas novamente existem limites.
Abro aspas para a declaração de Bueno:
"Ao final da curva, com os carros lentos, ele traz o carro para dentro e há o encontrão". As opniões variam, mas o vídeo complica a vida de Bueno.
Abaixo um vídeo postado no YouTube. Assistam com especial atenção aos seguintes instantes:
4:39 Losacco por dentro, já passou Bueno
4:41 Losacco espalha e Bueno vem por dentro
4:42 acontece o toque (esse eu considero defensável)
4:43 começa a ficar complicado concordar com a versão do Bueno.
Não vejo graça na multi-bolha. Seria mais honesto correrem todos com a mesma bolha e assumir que é mono-marca, mas isso não é problema meu.
Um grid super-lotado, "autódromos" de araque, um regulamento tosco e um tri-vice... receita de confusão...
Foi o que aconteceu no Rio neste domingo. A penúltima etapa da Stock terminou algumas horas depois do programado devido a uma enxurrada de reclamações e recursos.
A vedete da confusa prova foi o incidente entre Bueno e Losacco.
Um vinha fazendo uma corrida decadente e o outro ascendente. Se encontraram numa disputa de posição intermediária e houve um toque (na verdade eu contei mais de um).
Primeiro não era nada, depois virou uma punição para Bueno.
Losacco reclamou de Bueno, que reclamou de todo mundo.
Toques fazem partes das categorias de Turismo, mas para tudo há limite. Mudanças de trajetória fazem parte da pilotagem defensiva, mas novamente existem limites.
Abro aspas para a declaração de Bueno:
"Ao final da curva, com os carros lentos, ele traz o carro para dentro e há o encontrão". As opniões variam, mas o vídeo complica a vida de Bueno.
Abaixo um vídeo postado no YouTube. Assistam com especial atenção aos seguintes instantes:
4:39 Losacco por dentro, já passou Bueno
4:41 Losacco espalha e Bueno vem por dentro
4:42 acontece o toque (esse eu considero defensável)
4:43 começa a ficar complicado concordar com a versão do Bueno.
4:43 há um segundo toque
4:44 aí fica impossível concordar com a versão do Bueno.
4:44 aí fica impossível concordar com a versão do Bueno.
Ele aponta a frente do carro para o lado de fora da curva, fechando claramente o Losacco
Bueno, que caminha para ser tetra-vice, viveu um dia de Barrichello, chorando mais do que deveria.
Bueno, que caminha para ser tetra-vice, viveu um dia de Barrichello, chorando mais do que deveria.
Falou de si mesmo na terceira pessoa, o que é um péssimo sinal.
Lamento, mas fico com as imagens. (reparem no logo borrado)
Lamento, mas fico com as imagens. (reparem no logo borrado)
17 novembro 2006
Maximo TV - plantão especial
O prezado Tom Dickson "subiu" mais este vídeo.
Para os indecisos sobre o presente da esposa neste Natal, aí vai de novo...
Will it blend?
40 canetas
Para os indecisos sobre o presente da esposa neste Natal, aí vai de novo...
Will it blend?
40 canetas
Maximo TV
Para aqueles que passam as 48 horas do final de semana conectados, vão algumas coisas interessantes que fui encontrando ao longo da semana.
Million dollar motors – coches millionarios (em espanhol)
McLaren F1, Ford GT, Maybach 62, Ferrari Enzo, Cadlack 16, Saleem S7, Rolls Royce Phantom.
Meu único comentário é "assistir e babar".
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Motor a ar comprimido (em português)
O mundo está viciado em petróleo, mas também em motores a explosão.
Zero emissão e custo extremamente baixo - uma opção para um carro urbano, ou algo mais.
São os "carros" movidos a ar-comprimido.
Depois de ver o vídeo você vai achar bastante óbvio.
Parte 1
Parte 2
Million dollar motors – coches millionarios (em espanhol)
McLaren F1, Ford GT, Maybach 62, Ferrari Enzo, Cadlack 16, Saleem S7, Rolls Royce Phantom.
Meu único comentário é "assistir e babar".
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Motor a ar comprimido (em português)
O mundo está viciado em petróleo, mas também em motores a explosão.
Zero emissão e custo extremamente baixo - uma opção para um carro urbano, ou algo mais.
São os "carros" movidos a ar-comprimido.
Depois de ver o vídeo você vai achar bastante óbvio.
Parte 1
Parte 2
pequenos meninos - grandes homens
Criar um filho é uma extremamente prazerosa, mas igualmente difícil.
A principal dificuldade é não poder experimentar. Não dá pra criar um filho mal e depois voltar e fazer de novo. Ir ajustando aos poucos não é uma opção. Você precisa acertar na primeira.
Não dá pra consertar certos erros, então você não pode cometê-los, mas a verdade é que não sabemos que grandes erros seriam esses. Conhecemos apenas os resultados que queremos, e os que não queremos, mas não os meios de alcança-los e evita-los respectivamente.
Por nos esforçarmos, cremos estar fazendo um bom trabalho, mas os pais, pelo menos os que conheço, sempre ficam um pouco inseguros. Otimistas, mas inseguros.
Às vezes as crianças ajudam. Dão sinais, antecipando que as coisas vão bem, ou mal.
Esses dias vivi um momento desses.
Na escola onde meu filho estuda eles tem uma mini-pizza na cantina que deve ser muito boa, porque ele é exigente, e sempre fala dela, então, uma ou duas vezes por semana ele leva dois reais pra escola pra comer a dita mini-pizza.
Conversando com minha esposa sobre o dia do Jorge, ela comentou que tinha dado dinheiro para ele, e só por curiosidade, e por imaginar conhecer a resposta, perguntei o que ele tinha comprado.
- "ele falou que comprou uma mini-pizza e duas tortuguitas".
Enquanto eu pensava que uma tortuguita deveria ter derretido na mochila (ele não é muito de doce) minha esposa emendou, "aí quando eu perguntei para ele onde estava a outra tortuguita (ela também achou que tinha derretido na bolsa - gente grande é tão inocente) ele falou que tinha dado para o Moreira" (sim os garotos aos 6 anos pouco de idade já se tratam pelo sobrenome)
- "e eu perguntei 'por que, ele te pediu?' " completou ela com um ar curioso. Mais curioso estava eu, e a resposta do meu filho de 6 anos não poderia ser mais precisa e pedagógica.
- "não, mas é que ele comentou, semana passada, que tem dia que ele não tem dinheiro pra comprar nada na cantina, e ele é meu amigo, então como eu tinha dinheiro eu comprei pra ele."
Eu marejei os olhos. São coisas pequenas (como uma Tortuguita) que fazem a gente ter certeza de que está fazendo um bom trabalho.
A principal dificuldade é não poder experimentar. Não dá pra criar um filho mal e depois voltar e fazer de novo. Ir ajustando aos poucos não é uma opção. Você precisa acertar na primeira.
Não dá pra consertar certos erros, então você não pode cometê-los, mas a verdade é que não sabemos que grandes erros seriam esses. Conhecemos apenas os resultados que queremos, e os que não queremos, mas não os meios de alcança-los e evita-los respectivamente.
Por nos esforçarmos, cremos estar fazendo um bom trabalho, mas os pais, pelo menos os que conheço, sempre ficam um pouco inseguros. Otimistas, mas inseguros.
Às vezes as crianças ajudam. Dão sinais, antecipando que as coisas vão bem, ou mal.
Esses dias vivi um momento desses.
Na escola onde meu filho estuda eles tem uma mini-pizza na cantina que deve ser muito boa, porque ele é exigente, e sempre fala dela, então, uma ou duas vezes por semana ele leva dois reais pra escola pra comer a dita mini-pizza.
Conversando com minha esposa sobre o dia do Jorge, ela comentou que tinha dado dinheiro para ele, e só por curiosidade, e por imaginar conhecer a resposta, perguntei o que ele tinha comprado.
- "ele falou que comprou uma mini-pizza e duas tortuguitas".
Enquanto eu pensava que uma tortuguita deveria ter derretido na mochila (ele não é muito de doce) minha esposa emendou, "aí quando eu perguntei para ele onde estava a outra tortuguita (ela também achou que tinha derretido na bolsa - gente grande é tão inocente) ele falou que tinha dado para o Moreira" (sim os garotos aos 6 anos pouco de idade já se tratam pelo sobrenome)
- "e eu perguntei 'por que, ele te pediu?' " completou ela com um ar curioso. Mais curioso estava eu, e a resposta do meu filho de 6 anos não poderia ser mais precisa e pedagógica.
- "não, mas é que ele comentou, semana passada, que tem dia que ele não tem dinheiro pra comprar nada na cantina, e ele é meu amigo, então como eu tinha dinheiro eu comprei pra ele."
Eu marejei os olhos. São coisas pequenas (como uma Tortuguita) que fazem a gente ter certeza de que está fazendo um bom trabalho.
16 novembro 2006
Baliza extremamente fácil
Os estudantes da Universidade de Toledo (nos USA) desenvolveram um sistema bastante interessante. Rouba espaço no porta-malas, mas para um carro "urbano" seria uma solução interessante.
O vídeo é de abril deste ano.
Lógicamente existem outras soluções mais tecnológicas, mas esta tem exatamente a vantagem de ser (aparentemente) mais simples de implementar.
Vamos ver...
O vídeo é de abril deste ano.
Lógicamente existem outras soluções mais tecnológicas, mas esta tem exatamente a vantagem de ser (aparentemente) mais simples de implementar.
Vamos ver...
15 novembro 2006
Will it blend?
The question is...will it blend?
Maridos e filhos têm o péssimo costume de presentearem esposas e mães com utensílios domésticos, ao invés de presentes pessoais.
O melhor seria fugir deste (odiado) lugar-comum, mas para aqueles que quiserem "errar" neste Natal, aqui vai uma opção para "errar com estilo".
Que tal comprar um belo liquidificador para sua esposa ou para sua mãe?
Dê um BlendTec (http://www.blendtec.com/), mas antes de comprar dê uma olhada nos vídeos abaixo. Neles, um aparelho da marca é testado para "liquidificar" alguns itens inusitados...
"The question is... will it blend?" - com esta pergunta o simpático tiozinho abre os vídeos. Olhem e pasmem.
bolas de golfe
bolinhas de gude
cartoes de crédito
Frango frito com coca-cola
cabo de madeira
Maridos e filhos têm o péssimo costume de presentearem esposas e mães com utensílios domésticos, ao invés de presentes pessoais.
O melhor seria fugir deste (odiado) lugar-comum, mas para aqueles que quiserem "errar" neste Natal, aqui vai uma opção para "errar com estilo".
Que tal comprar um belo liquidificador para sua esposa ou para sua mãe?
Dê um BlendTec (http://www.blendtec.com/), mas antes de comprar dê uma olhada nos vídeos abaixo. Neles, um aparelho da marca é testado para "liquidificar" alguns itens inusitados...
"The question is... will it blend?" - com esta pergunta o simpático tiozinho abre os vídeos. Olhem e pasmem.
bolas de golfe
bolinhas de gude
cartoes de crédito
Frango frito com coca-cola
cabo de madeira
03 novembro 2006
Esquerda, Direita, Imprensa e o Povo
Cresci ouvindo meu pai reclamar da imprensa "canhota" que embelezava a feiúra do Socialimo. Hoje vejo os esquerditas ralharem com a imprensa "destra" que enfeia a beleza de seu projeto.
Não acho que a imprensa tenha mudado. Aliás, meu pai continua apontando setores da imprensa como canhotos, e desde sempre a Esquerda reclama da imprensa destra.
Poder e imprensa sempre estarão em trincheiras opostas. Até acho que assim deve ser.
Excessos à parte, acho que o papel da imprensa deve ser mostrar os erros, os desmandos e os roubos, até porque para mostrar o que é feito de positivo gasta-se uma fortuna do dinheiro público - o que considero indecente.
O problema é que entre as trincheiras está o povo, sendo bombardeado, e sem armas ou munição. A verdade se tornou relativa. Cada parte escolhe a que lhe sirva melhor.
E aqui cabe um comentario. Quando falo em Povo, falo dos não-politicos, dos não-filiados, dos alienados (como somos constantemente chamados por um e outro lado).
Falo daqueles que não tem como prioridade uma corrente ideológica, mas com um país melhor. Falo daqueles que concordam com a esquerda (quando esta acerta), e com a direita idem. Falo dos que antes de tudo são bem intecionados.
Cabe um exemplo. Eduardo Suplicy é, aos meus olhos, um homem bem intecionado, mas antes de bem intencionado é petista (Não digo como crítica - nem elogio. Digo como constatação)
Eduardo Suplicy não é Povo.
Mais um exemplo. Marcos Cintra é um dos Liberais mais bem intencionados (da forma como enxergo), mas é PFL antes de ser bem intencionado, por isso tambem não é Povo (novamente, apenas uma constatação).
Cada lado da batalha se vê dono da verdade.
Povo versus atraso - diz a esquerda.
Povo versus atraso - diz a direita
A esquerda se diz povo, a direita se diz povo, e assim, para o Povo, sobra o atraso.
Circulam pela internet textos (no mínimo oportunistas) que até confirmam que a culpa é do Povo.
Nas duas trincheiras prega-se "o bem do Povo".
Menos impostos gerariam mais empregos. Mais impostos gerariam mais benefícios.
Um Governo presente e forte garante o bem-estar. Um Governo mínimo garante o progresso.
No fundo nada disso interessa ao Povo.
Falta, na minha opnião, aplicação prática ao debate político.
Esquerda, Direta e Imprensa... me respondam por favor.
Guardioes do Povo...
Porque o transporte coletivo não é de graça? Isso sim faria diferença na vida do Povo.
Não acho que a imprensa tenha mudado. Aliás, meu pai continua apontando setores da imprensa como canhotos, e desde sempre a Esquerda reclama da imprensa destra.
Poder e imprensa sempre estarão em trincheiras opostas. Até acho que assim deve ser.
Excessos à parte, acho que o papel da imprensa deve ser mostrar os erros, os desmandos e os roubos, até porque para mostrar o que é feito de positivo gasta-se uma fortuna do dinheiro público - o que considero indecente.
O problema é que entre as trincheiras está o povo, sendo bombardeado, e sem armas ou munição. A verdade se tornou relativa. Cada parte escolhe a que lhe sirva melhor.
E aqui cabe um comentario. Quando falo em Povo, falo dos não-politicos, dos não-filiados, dos alienados (como somos constantemente chamados por um e outro lado).
Falo daqueles que não tem como prioridade uma corrente ideológica, mas com um país melhor. Falo daqueles que concordam com a esquerda (quando esta acerta), e com a direita idem. Falo dos que antes de tudo são bem intecionados.
Cabe um exemplo. Eduardo Suplicy é, aos meus olhos, um homem bem intecionado, mas antes de bem intencionado é petista (Não digo como crítica - nem elogio. Digo como constatação)
Eduardo Suplicy não é Povo.
Mais um exemplo. Marcos Cintra é um dos Liberais mais bem intencionados (da forma como enxergo), mas é PFL antes de ser bem intencionado, por isso tambem não é Povo (novamente, apenas uma constatação).
Cada lado da batalha se vê dono da verdade.
Povo versus atraso - diz a esquerda.
Povo versus atraso - diz a direita
A esquerda se diz povo, a direita se diz povo, e assim, para o Povo, sobra o atraso.
Circulam pela internet textos (no mínimo oportunistas) que até confirmam que a culpa é do Povo.
Nas duas trincheiras prega-se "o bem do Povo".
Menos impostos gerariam mais empregos. Mais impostos gerariam mais benefícios.
Um Governo presente e forte garante o bem-estar. Um Governo mínimo garante o progresso.
No fundo nada disso interessa ao Povo.
Falta, na minha opnião, aplicação prática ao debate político.
Esquerda, Direta e Imprensa... me respondam por favor.
Guardioes do Povo...
Porque o transporte coletivo não é de graça? Isso sim faria diferença na vida do Povo.
01 novembro 2006
Reciclando - atrasado
Ontem completaram-se 10 anos que nao morri.
Pra variar eu esqueci.
Reciclo um texto que conta um pouco...
31 de outubro de 1996.
Exatamente as 8:27 da manhã o brasileiro aprendeu a ter medo do Fokker 100. Eu não.
Logo após decolar com destino ao Rio de Janeiro o PT-MRK teve um problema mecânico e mergulhou sobre algumas casa nas proximidades do aeroporto de Congonhas.
Era uma quinta-feira. Cheguei atrasado no serviço e quando cheguei já estavam todos agitados.
Teve gente que até marejou os olhos quando me viu. Homem adulto, quase da idade do meu pai.
Eu explico.
Havia uma visita para ser feita a um cliente no Rio, e eu tinha passado a quarta-feira tentando convencer o chefe a me liberar para ir na quinta, Ponte Aérea na sexta é um inferno, e já tinha feito reserva exatamente para o vôo 402.
Final da quarta, empresa às moscas, eu e o chefe ainda nos batíamos, eu querendo ir para o Rio na quinta, ele insistindo que sexta seria melhor, até porque o cliente tinha de fazer um depósito e coisa e tal.
Como chefe é chefe, valeu o que ele queria, mas só nós dois sabíamos disso, e um dos motivos para eu não ir na quinta-feria era o fato de que o chefe não estaria na empresa.
Pois bem, ligamos para a TAM e remarcamos a passagem.
Voltando para quinta, só quando cheguei para trabalhar é que todos tiveram certeza de que eu não estava no avião. Por isso a comoção.
Na sexta, eu voei para o Rio, no vôo 402, sem dar muita importância ao fato.
Cochilei antes da decolagem e só acordei com a chacoalhada do pouso - como faço até hoje.
Lerdo, demorei meses para me dar conta da importância daquele dia e não guardei o canhoto da passagem.
Na época achei que era lixo. Só mais um vôo.
Não tenho medo do Fokker 100, ao contrário, é meu avião favorito.
Sempre que entro em um lembro daquele dia. É, ninguém morre na véspera...
Conto isso devido ao recente problema na porta de um Fokker 100, que fez com que muitos se manifestassem contra ele, meu avião favorito. Aqui alguns dados para os detratores do meu avião:
100 piores acidentes da história da aviação (em número de vítimas)
http://www.planecrashinfo.com/worst100.htm
Base de dados (ano a ano)
http://www.planecrashinfo.com/database.htm
Procurem acidentes com o Fokker 100 e verão que são quase impossívelis de encontrar, por terem sido pouquíssimos. No fundo, os detratores do Fokker 100 têem é inveja!
Pra variar eu esqueci.
Reciclo um texto que conta um pouco...
31 de outubro de 1996.
Exatamente as 8:27 da manhã o brasileiro aprendeu a ter medo do Fokker 100. Eu não.
Logo após decolar com destino ao Rio de Janeiro o PT-MRK teve um problema mecânico e mergulhou sobre algumas casa nas proximidades do aeroporto de Congonhas.
Era uma quinta-feira. Cheguei atrasado no serviço e quando cheguei já estavam todos agitados.
Teve gente que até marejou os olhos quando me viu. Homem adulto, quase da idade do meu pai.
Eu explico.
Havia uma visita para ser feita a um cliente no Rio, e eu tinha passado a quarta-feira tentando convencer o chefe a me liberar para ir na quinta, Ponte Aérea na sexta é um inferno, e já tinha feito reserva exatamente para o vôo 402.
Final da quarta, empresa às moscas, eu e o chefe ainda nos batíamos, eu querendo ir para o Rio na quinta, ele insistindo que sexta seria melhor, até porque o cliente tinha de fazer um depósito e coisa e tal.
Como chefe é chefe, valeu o que ele queria, mas só nós dois sabíamos disso, e um dos motivos para eu não ir na quinta-feria era o fato de que o chefe não estaria na empresa.
Pois bem, ligamos para a TAM e remarcamos a passagem.
Voltando para quinta, só quando cheguei para trabalhar é que todos tiveram certeza de que eu não estava no avião. Por isso a comoção.
Na sexta, eu voei para o Rio, no vôo 402, sem dar muita importância ao fato.
Cochilei antes da decolagem e só acordei com a chacoalhada do pouso - como faço até hoje.
Lerdo, demorei meses para me dar conta da importância daquele dia e não guardei o canhoto da passagem.
Na época achei que era lixo. Só mais um vôo.
Não tenho medo do Fokker 100, ao contrário, é meu avião favorito.
Sempre que entro em um lembro daquele dia. É, ninguém morre na véspera...
Conto isso devido ao recente problema na porta de um Fokker 100, que fez com que muitos se manifestassem contra ele, meu avião favorito. Aqui alguns dados para os detratores do meu avião:
100 piores acidentes da história da aviação (em número de vítimas)
http://www.planecrashinfo.com/worst100.htm
Base de dados (ano a ano)
http://www.planecrashinfo.com/database.htm
Procurem acidentes com o Fokker 100 e verão que são quase impossívelis de encontrar, por terem sido pouquíssimos. No fundo, os detratores do Fokker 100 têem é inveja!
30 outubro 2006
Advinha quem é
Adivinhem quem é:
1 - Fazia trabalhos manuais;
2 - Não estudou porque não quis;
3 - Viveu ocioso por 2 anos;
4 - Foi declarado inapto para o seu ofício;
5 - Não tinha inclinação para o trabalho regular;
6 - Aderiu ao partido operário e foi fundador de um Partido dos Trabalhadores;
7 - Foi detido (por poucas horas) por agitação e conspiração contra o governo;
8 - Depois de tentativas fracassadas de chegar ao poder, decidiu que o movimento precisava chegar ao poder por meios legais;
9 - Passou a receber doações de campanha de empresários (industriais), que colocaram o partido em base financeira sólida;
10 - Utilizou-se de demagogia, fazendo um apelo emocional para a classe média e os desempregados, baseado na sua fé de que seu país acordaria de seus sofrimentos e assumiria a sua grandeza;
11 - Orador magnetizante, usou fartamente do artifício da sedução em assa , com a habilidade de um ator, recebendo grande apoio popular.
Resposta: Adolph Hitler.
PS - Lula continua ocioso até hoje (item 3)
1 - Fazia trabalhos manuais;
2 - Não estudou porque não quis;
3 - Viveu ocioso por 2 anos;
4 - Foi declarado inapto para o seu ofício;
5 - Não tinha inclinação para o trabalho regular;
6 - Aderiu ao partido operário e foi fundador de um Partido dos Trabalhadores;
7 - Foi detido (por poucas horas) por agitação e conspiração contra o governo;
8 - Depois de tentativas fracassadas de chegar ao poder, decidiu que o movimento precisava chegar ao poder por meios legais;
9 - Passou a receber doações de campanha de empresários (industriais), que colocaram o partido em base financeira sólida;
10 - Utilizou-se de demagogia, fazendo um apelo emocional para a classe média e os desempregados, baseado na sua fé de que seu país acordaria de seus sofrimentos e assumiria a sua grandeza;
11 - Orador magnetizante, usou fartamente do artifício da sedução em assa , com a habilidade de um ator, recebendo grande apoio popular.
Resposta: Adolph Hitler.
PS - Lula continua ocioso até hoje (item 3)
25 outubro 2006
Uma despedida bem vinda
Fazia um tempo que meus colaboradores não davam o ar da graça, e com isso também perdeu um pouco da sua.
Pois bem, hoje recebi o texto que segue do nosso amigo Roberto Brandão.
Como sempre, belo texto, idéias coerentes e bem postas.
Fica o ponto para discussão (civilizada).
Quem sabe o Joaquim se empolga e também dá o ar da sua graça.
Sem mais delongas...
UMA DESPEDIDA BEM-VINDA
O GP Brasil de Fórmula 1 de 2006, em Interlagos, marcou uma série de despedidas, como há muito não se via na categoria, talvez até um novo recorde. Uma das fornecedoras de pneus se retira, um dos mais brilhantes estrategistas de pista e diretor da equipe mais vitoriosa desta década vai descansar, patrocinadores que se vão em revoada, cedendo lugar a novos anunciantes, pilotos trocando de equipes e a despedida do maior gênio deste esporte, seu melhor piloto.
A especulação sobre a aposentadoria de Michael Schumacher, um rumor constante desde o início da temporada, parece ter desencadeado uma movimentação sem precedentes, nos últimos anos, provocando uma série de troca de pilotos e equipes, representando uma saudável renovação e oxigenação num mercado tão fechado e restrito.
Para o próximo ano, não há como disfarçar a ausência do alemão, que será muito sentida, bem como a de seu parceiro estrategista Ross Brown. Outras ausências serão mais facilmente absorvidas e, com o passar do tempo, estaremos acomodados e acostumados às mudanças. Porém, existem algumas ausências que serão muito bem-vindas, apontando para perspectivas de alívio imediato, em especial no que tange ao ambiente extra-pista e no convívio de apaixonados por este esporte.
A saída de Schumacher encerra com anos de ódios de insultos, a maioria vinda de parte da torcida brasileira que, saudosos de Senna e não encontrando para quem torcer, dedicaram-se, por anos e anos a odiar o alemão, como se ele fosse culpado de saber utilizar seu dom e talento inatos. Intolerantes e intransigentes, substituíram a paixão por um ídolo pela raiva a outro, justamente aquele já se apresentava como o grande nome da Fórmula 1. Seria o mesmo que, inconformados com a aposentadoria de seu maior ídolo, os alemães passassem agora a odiar e torcer contra Fernando Alonso, apenas porque este se apresenta como virtual substituto do heptacampeão.
Esta torcida brasileira, apelidada de viúva, poderia dirigir toda esta energia, torcendo, de forma positiva para os pilotos da terra. Seus torcedores, que costumavam dirigir todas as suas frustrações, recalques e complexos contra um competidor, ficaram mais uma vez órfãos, não tendo para quem torcer a favor, nem a quem odiar.
Para nosso alívio, é mais uma despedida que aconteceu. Só que esta, muito bem-vinda! Os textos ofensivos, a raiva, intransigência e intolerância se retiram. Os que fizeram disso uma motivação para assistir às corridas, devem estar pensando sobre o vazio de suas vidas a partir do ano que vem. Nós agradecemos a sua ausência e não sentiremos sua falta.
Pois bem, hoje recebi o texto que segue do nosso amigo Roberto Brandão.
Como sempre, belo texto, idéias coerentes e bem postas.
Fica o ponto para discussão (civilizada).
Quem sabe o Joaquim se empolga e também dá o ar da sua graça.
Sem mais delongas...
UMA DESPEDIDA BEM-VINDA
O GP Brasil de Fórmula 1 de 2006, em Interlagos, marcou uma série de despedidas, como há muito não se via na categoria, talvez até um novo recorde. Uma das fornecedoras de pneus se retira, um dos mais brilhantes estrategistas de pista e diretor da equipe mais vitoriosa desta década vai descansar, patrocinadores que se vão em revoada, cedendo lugar a novos anunciantes, pilotos trocando de equipes e a despedida do maior gênio deste esporte, seu melhor piloto.
A especulação sobre a aposentadoria de Michael Schumacher, um rumor constante desde o início da temporada, parece ter desencadeado uma movimentação sem precedentes, nos últimos anos, provocando uma série de troca de pilotos e equipes, representando uma saudável renovação e oxigenação num mercado tão fechado e restrito.
Para o próximo ano, não há como disfarçar a ausência do alemão, que será muito sentida, bem como a de seu parceiro estrategista Ross Brown. Outras ausências serão mais facilmente absorvidas e, com o passar do tempo, estaremos acomodados e acostumados às mudanças. Porém, existem algumas ausências que serão muito bem-vindas, apontando para perspectivas de alívio imediato, em especial no que tange ao ambiente extra-pista e no convívio de apaixonados por este esporte.
A saída de Schumacher encerra com anos de ódios de insultos, a maioria vinda de parte da torcida brasileira que, saudosos de Senna e não encontrando para quem torcer, dedicaram-se, por anos e anos a odiar o alemão, como se ele fosse culpado de saber utilizar seu dom e talento inatos. Intolerantes e intransigentes, substituíram a paixão por um ídolo pela raiva a outro, justamente aquele já se apresentava como o grande nome da Fórmula 1. Seria o mesmo que, inconformados com a aposentadoria de seu maior ídolo, os alemães passassem agora a odiar e torcer contra Fernando Alonso, apenas porque este se apresenta como virtual substituto do heptacampeão.
Esta torcida brasileira, apelidada de viúva, poderia dirigir toda esta energia, torcendo, de forma positiva para os pilotos da terra. Seus torcedores, que costumavam dirigir todas as suas frustrações, recalques e complexos contra um competidor, ficaram mais uma vez órfãos, não tendo para quem torcer a favor, nem a quem odiar.
Para nosso alívio, é mais uma despedida que aconteceu. Só que esta, muito bem-vinda! Os textos ofensivos, a raiva, intransigência e intolerância se retiram. Os que fizeram disso uma motivação para assistir às corridas, devem estar pensando sobre o vazio de suas vidas a partir do ano que vem. Nós agradecemos a sua ausência e não sentiremos sua falta.
23 outubro 2006
Takuma Sato

2 Renaults,
2 Ferraris,
2 McLarens,
2 Hondas,
1 BMW e Takuma Sato.
Sim o japonês fez e aconteceu em Interlagos no último domingo.
Ele que já é o maior piloto japonês da Formula 1 (em números) caminha para se tornar um ídolo imortal (para os japoneses - é claro). No Japão ele já tinha arrancado a SuperAguri da última fila, e agora termina atrás apenas dos carros das grandes.
Fui durante muito tempo um crítico do estilo do Sato, mas acho que as últimas filas fizeram bem a ele. Para o próximo ano corremos o risco da Honda viver seus dias de RBR, com carros da equipe B chegando na frente dos da equipe A.
E com isso Taku e Aguri vão escrevendo seus nomes, num projeto 100% nipônico com dois grandes líderes. Não me assustarei se em 2007 eles beliscarem um pódio.
22 outubro 2006
Rubens Norris
Nesta semana o excelentíssimo senhor Rubens Barrichelo está no Brasil.
À trabalho, que fique claro. Ele não foi passear.
E como não está passeando, também não quer saber de brincadeira.
Não avisaram isso aos “abusados” do Pânico, que ignorando a importância do senhor Rubens para o automobilismo brasileiro (e mundial, porque não!), fizeram troça do magnânimo e inoxidável bi-vice campeão mundial de Formula 1.
Rubens se tornou há alguns anos cidadão do mundo. Uma celebridade, e como tal, tem uma imagem a zelar.
Essa pelo menos é a opnião dele e de sua acessoria de imprensa.
Vale comentar que não consigo me lembrar quando foi a última vez que vi uma propaganda com esse senhor na TV (ou em qualquer outra mídia).
Me parece que o senhor Rubens zela por uma imagem que não existe. Tenho a impressão de que ninguém quer sua imagem ligada a seus produtos. Talvez, eu repito, talvez, isso aconteça porque ele se leva a sério demais.
Quem acessa internet mais cedo ou mais tarde encontra alguma das inúmeras listas de Chuck Norris Facts. Listas que incluem pérolas como:
Chuck Norris não envelhece, ele dá um Round Hose Kick no tempo;
Chuck Norris não pula, ele empurra a Terra para baixo;
Se Chuck Norris fosse mandado para o Iraque ele não só acabaria com a guerra, mas também exterminaria todos os homens do oriente médio, com um só Round Hose Kick;
Nos Estados Unidos fizeram uma matéria para um programa da TV a cabo com o próprio Chuck. Lá pelas tantas o apresentador, que vinha levando a entrevista na maior seriedade, pergunta o que ele acha das listas de Chuck Norris Facts e dá alguns exemplos toscos.
Chuck dá uma risada, lista mais dois ou três CNF e em seguida completa, “eu considero essas listas um grande elogio”.
A entrevista seguiu, mas o mais importante foi a forma como aquele senhor de 67 anos administra toda troça que é feita dele.
Ele dá risada. Ele leva numa boa. Ele segura a onda.
Não sou conselheiro. Não quero, nem espero nada do excelentíssimo senhor Rubens, mas tenho um fato para incluir nas listas mundiais de Chuck Norris Facts:
Se Chuck Norris guiasse o Honda número 11 ele teria vencido 17 corridas este ano, sem apertar nenhum botão no volante e sem usar o controle de tração.
À trabalho, que fique claro. Ele não foi passear.
E como não está passeando, também não quer saber de brincadeira.
Não avisaram isso aos “abusados” do Pânico, que ignorando a importância do senhor Rubens para o automobilismo brasileiro (e mundial, porque não!), fizeram troça do magnânimo e inoxidável bi-vice campeão mundial de Formula 1.
Rubens se tornou há alguns anos cidadão do mundo. Uma celebridade, e como tal, tem uma imagem a zelar.
Essa pelo menos é a opnião dele e de sua acessoria de imprensa.
Vale comentar que não consigo me lembrar quando foi a última vez que vi uma propaganda com esse senhor na TV (ou em qualquer outra mídia).
Me parece que o senhor Rubens zela por uma imagem que não existe. Tenho a impressão de que ninguém quer sua imagem ligada a seus produtos. Talvez, eu repito, talvez, isso aconteça porque ele se leva a sério demais.
Quem acessa internet mais cedo ou mais tarde encontra alguma das inúmeras listas de Chuck Norris Facts. Listas que incluem pérolas como:
Chuck Norris não envelhece, ele dá um Round Hose Kick no tempo;
Chuck Norris não pula, ele empurra a Terra para baixo;
Se Chuck Norris fosse mandado para o Iraque ele não só acabaria com a guerra, mas também exterminaria todos os homens do oriente médio, com um só Round Hose Kick;
Nos Estados Unidos fizeram uma matéria para um programa da TV a cabo com o próprio Chuck. Lá pelas tantas o apresentador, que vinha levando a entrevista na maior seriedade, pergunta o que ele acha das listas de Chuck Norris Facts e dá alguns exemplos toscos.
Chuck dá uma risada, lista mais dois ou três CNF e em seguida completa, “eu considero essas listas um grande elogio”.
A entrevista seguiu, mas o mais importante foi a forma como aquele senhor de 67 anos administra toda troça que é feita dele.
Ele dá risada. Ele leva numa boa. Ele segura a onda.
Não sou conselheiro. Não quero, nem espero nada do excelentíssimo senhor Rubens, mas tenho um fato para incluir nas listas mundiais de Chuck Norris Facts:
Se Chuck Norris guiasse o Honda número 11 ele teria vencido 17 corridas este ano, sem apertar nenhum botão no volante e sem usar o controle de tração.
19 outubro 2006
Reciclando 2 - Grande Joaquim, Grande Salomão
Postado no meu blog antigo em 17/07/06
Cheguei tarde e o Joaquim já bateu logo no relógio... "isso são horas?" pra em seguida abrir um sorrisão... meia dúzia de histórias (que vou aos poucos contando) e algumas conversas sobre nossas postagens aqui e o Joaquim some. Some mas aparece de novo. Agora sério. Compenetrado.
Fiquei preocupado, mas só até o Brandão me contar que ele ia de Pace Car com o Salomão... putz, que legal.
Fui pro pit-wall (sempre quis escrever isso)...
"Estou ao lado do Salomão, este ao volante do Super Okrasa, pace car. Ao lado, Zullino, de Porsche 356.
Salomão larga, sim, Salomão larga, não sai com o carro simplesmente.
De cara deu pra notar que o ritmo não vai ser de carro madrinha.
S do Senna, Salomão dá um tico de freio, joga a barta pra dentro do S, sou jogado de um lado para o outro. Fui traído pela inocência. Achei que o Salomão ia light e não apertei o cinto.
Salomão dá logo uma gozada: "Segura, malandro!"...
Reta do Sol, o Okrasa empurra muito rápido, nem parece 1200cc.
Chega a Curva do Sol, Salomão joga uma terceira, mata o carro no motor, joga a frente do bicho pra curva. A traseira ameaça sair mas o homem, com a ponta dos dedos, bota ordem na casa. Pé embaixo, vem o Laranja. Espero o Salomão aliviar. Estou esperando até agora. Que aliviar que nada, é pé embaixo na curva.
O Okrasa nem se mexe, já aponta para a entrada do S. Aqui, punta-taco como manda o figurino, espeta-se uma terceira, trabalho de volante. Saída num contra-esterço rápido, vem o Pinheirinho, contornado a toques de acelerador e golpes de direção, traseira querendo visitar a grama. "Vai aparar?" penso em perguntar, mas o Salomão impõe ordem na baderna antes.
Bico de Pato demanda uma segunda, punta-taco como manda o figurino, e executado com perfeição. O motor ruge, suave. Pé embaixo para o Mergulho, que o Okrasa ignora olimpicamente, leve escorregada de lado, já apontando pra Junção. Daí é um crescendo, subida do Café e entrada dos boxes. Pena que acabou.
Valeu Salomão, obrigado pela aula."
Valeu Joaquim... obrigado por compartilhar...
Cheguei tarde e o Joaquim já bateu logo no relógio... "isso são horas?" pra em seguida abrir um sorrisão... meia dúzia de histórias (que vou aos poucos contando) e algumas conversas sobre nossas postagens aqui e o Joaquim some. Some mas aparece de novo. Agora sério. Compenetrado.
Fiquei preocupado, mas só até o Brandão me contar que ele ia de Pace Car com o Salomão... putz, que legal.
Fui pro pit-wall (sempre quis escrever isso)...
"Estou ao lado do Salomão, este ao volante do Super Okrasa, pace car. Ao lado, Zullino, de Porsche 356.
Salomão larga, sim, Salomão larga, não sai com o carro simplesmente.
De cara deu pra notar que o ritmo não vai ser de carro madrinha.
S do Senna, Salomão dá um tico de freio, joga a barta pra dentro do S, sou jogado de um lado para o outro. Fui traído pela inocência. Achei que o Salomão ia light e não apertei o cinto.
Salomão dá logo uma gozada: "Segura, malandro!"...
Reta do Sol, o Okrasa empurra muito rápido, nem parece 1200cc.
Chega a Curva do Sol, Salomão joga uma terceira, mata o carro no motor, joga a frente do bicho pra curva. A traseira ameaça sair mas o homem, com a ponta dos dedos, bota ordem na casa. Pé embaixo, vem o Laranja. Espero o Salomão aliviar. Estou esperando até agora. Que aliviar que nada, é pé embaixo na curva.
O Okrasa nem se mexe, já aponta para a entrada do S. Aqui, punta-taco como manda o figurino, espeta-se uma terceira, trabalho de volante. Saída num contra-esterço rápido, vem o Pinheirinho, contornado a toques de acelerador e golpes de direção, traseira querendo visitar a grama. "Vai aparar?" penso em perguntar, mas o Salomão impõe ordem na baderna antes.
Bico de Pato demanda uma segunda, punta-taco como manda o figurino, e executado com perfeição. O motor ruge, suave. Pé embaixo para o Mergulho, que o Okrasa ignora olimpicamente, leve escorregada de lado, já apontando pra Junção. Daí é um crescendo, subida do Café e entrada dos boxes. Pena que acabou.
Valeu Salomão, obrigado pela aula."
Valeu Joaquim... obrigado por compartilhar...
Reciclando

Texto postado originalmente depois da corrida no Japão.
Foto adicionada hoje.
Acabou uma era.
Um piloto que se aposentou hoje determinou isso.
Não se aposentou de fato, mas se aposentou.
Eu explico. Ele não tem mais nada para fazer na Formula1.
Mesmo que ele vença no Brasil (não acredito), sua história como piloto acabou.
Um piloto guia seu carro, mas também precisa liderar uma equipe, ou parte dela.
Um piloto guia seu carro, mas também leva as expectativas e esperanças de muitos com ele no carro.
Um piloto, guiando seu carro, desperta amor e ódio.
No caso dele, já não há mais liderança.
No caso dele, já não há mais expectativas.
No caso dele, já não há mais nada.
A equipe continua e continuará existindo, mas ele já não faz mais parte dela.
Sua história acabou.
Ali ele não tem um futuro. Não contam mais com ele.
No Japão, onde muito foram endeusados ele passou despercebido.
Nessa madrugada, não foi o nome dele que gritaram. A festa não era pra ele.
Pela Jovem Pan eu ouvi as japonesas gritarem o nome de seu companheiro de equipe e percebi, num estalo, "acabou, Rubens Barrichello acabou."
Rubens Barrichello já não é competitivo. Já não entusiasma. Já não é importante.
Depois de sobreviver a Michael Schumacher Rubens acaba sendo aposentado por Jenson Button...
Acabou uma era.
A expectativa de um campeão brasileiro no ano que vem não existe.
Uma era de competitividade e vitórias brasileiras na F1 se encerrou.
Pace, Fittipaldi, Piquet, Senna e Barrichelo se sucederam na geração de expectativas.
Não há sucessor.
A geração que veio depois de Rubens naufragou sem se firmar na F1.
Passaram por ela apenas.
Massa será coadjuvante ano que vem mais uma vez.
Nelsinho só piloto de teste (ou piloto em teste) e Bruno Senna talvez nem chegue lá, não temos certeza ainda.
Acabou.
155ª vítima
RBR neles!
Não achei que este dia fosse chegar, mas chegou.
Hoje eu vou concordar com o Glavão Bueno. Mais que isso, passarei a imitá-lo.
A fábrica de energético que tem 4 carros no grid da Formula1 andou hoje com um carro em São Paulo. Mas não é isso que interessa. O que interessa é que ontem eles não andaram. E foi avisado (por eles) via imprensa que andariam.
O comunincado fez com que muita gente acordasse cedo e levasse crianças para verem de perto um F1, o que não aconteceu. O evento havia sido cancelado na véspera, porémha via sido cancelado tarde demais e silenciosamente demais.
Tenho um filho de seis anos e uma filha a caminho. Fiquei imaginando a situação.
Se eu estivesse em São Paulo talvez tivesse me aventurado a ir ver um Formula1 em ação. Obviamente teria ido na quarta, e teria de voltar pra casa explicando para meu filho porque ele não viu o carro que EU prometi que ele veria.
Meu filho não lê jornal. Meu filho não acessa sites sobre corridas. Ele iria COMIGO, porque EU teria dito que ele veria um Formula1.
EU teria de explicar para ele porque EU não cumpri o prometido.
Em solidariedade aos pais que passaram por isso (e ao Galvão) eu passo a chamar os carros dos vendedores de latinha de RBR e STR.
Hoje eu vou concordar com o Glavão Bueno. Mais que isso, passarei a imitá-lo.
A fábrica de energético que tem 4 carros no grid da Formula1 andou hoje com um carro em São Paulo. Mas não é isso que interessa. O que interessa é que ontem eles não andaram. E foi avisado (por eles) via imprensa que andariam.
O comunincado fez com que muita gente acordasse cedo e levasse crianças para verem de perto um F1, o que não aconteceu. O evento havia sido cancelado na véspera, porémha via sido cancelado tarde demais e silenciosamente demais.
Tenho um filho de seis anos e uma filha a caminho. Fiquei imaginando a situação.
Se eu estivesse em São Paulo talvez tivesse me aventurado a ir ver um Formula1 em ação. Obviamente teria ido na quarta, e teria de voltar pra casa explicando para meu filho porque ele não viu o carro que EU prometi que ele veria.
Meu filho não lê jornal. Meu filho não acessa sites sobre corridas. Ele iria COMIGO, porque EU teria dito que ele veria um Formula1.
EU teria de explicar para ele porque EU não cumpri o prometido.
Em solidariedade aos pais que passaram por isso (e ao Galvão) eu passo a chamar os carros dos vendedores de latinha de RBR e STR.
13 outubro 2006
Sexta-feira 13
Muita gente vincula a sexta-feira 13 e o azar.
É a data preferida para a estréia de filmes de suspense e terror.
Mas vamos falar em sorte...
e já que o assunto do blog deveria ser "motor" vejam alguns casos de sorte (extrema) sobre rodas (ou perto delas)
Lucky To Be Alive Compilation - video powered by Metacafe
É a data preferida para a estréia de filmes de suspense e terror.
Mas vamos falar em sorte...
e já que o assunto do blog deveria ser "motor" vejam alguns casos de sorte (extrema) sobre rodas (ou perto delas)
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Aproveitando o feriado
Aproveitando que ontem foi feriado muita hoje "enforcou" a sexta.
Uma pescaria seria uma boa idéia. ou não??
Uma pescaria seria uma boa idéia. ou não??
11 outubro 2006
10 outubro 2006
Calvin e Haroldo
Para quem gosta de tirinhas é um prato cheio.
Descobri este blog sobre o pequeno e hiper-ativo Calvin.
Vale a visita.
http://depositodocalvin.blogspot.com/
Descobri este blog sobre o pequeno e hiper-ativo Calvin.
Vale a visita.
http://depositodocalvin.blogspot.com/
Pendências
09 outubro 2006
Tente não rir
Tentem não rir deste quadro da TV japonesa.
Dá pra ver que a TV no Brasil não é tão idiota assim, mas que é engraçado é...
Do Not Laugh - video powered by Metacafe
Dá pra ver que a TV no Brasil não é tão idiota assim, mas que é engraçado é...
Do Not Laugh - video powered by Metacafe
08 outubro 2006
Acabou uma era
Acabou uma era.
Um piloto que se aposentou hoje determinou isso.
Não se aposentou de fato, mas se aposentou.
Eu explico. Ele não tem mais nada para fazer na Formula1.
Mesmo que ele vença no Brasil (não acredito), sua história como piloto acabou.
Um piloto guia seu carro, mas também precisa liderar uma equipe, ou parte dela.
Um piloto guia seu carro, mas também leva as expectativas e esperanças de muitos com ele no carro.
Um piloto, guiando seu carro, desperta amor e ódio.
No caso dele, já não há mais liderança.
No caso dele, já não há mais expectativas.
No caso dele, já não há mais nada.
A equipe continua e continuará existindo, mas ele já não faz mais parte dela.
Sua história acabou.
Ali ele não tem um futuro. Não contam mais com ele.
No Japão, onde muito foram endeusados ele passou despercebido.
Nessa madrugada, não foi o nome dele que gritaram. A festa não era pra ele.
Pela Jovem Pan eu ouvi as japonesas gritarem o nome de seu companheiro de equipe e percebi, num estalo, "acabou, Rubens Barrichello acabou."
Rubens Barrichello já não é competitivo. Já não entusiasma. Já não é importante.
Depois de sobreviver a Michael Schumacher Rubens acaba sendo aposentado por Jenson Button...
Acabou uma era.
A expectativa de um campeão brasileiro no ano que vem não existe.
Uma era de competitividade e vitórias brasileiras na F1 se encerrou.
Pace, Fittipaldi, Piquet, Senna e Barrichelo se sucederam na geração de expectativas.
Não há sucessor.
A geração que veio depois de Rubens naufragou sem se firmar na F1.
Passaram por ela apenas.
Massa será coadjuvante ano que vem mais uma vez.
Nelsinho só piloto de teste (ou piloto em teste) e Bruno Senna talvez nem chegue lá, não temos certeza ainda.
Acabou.
Um piloto que se aposentou hoje determinou isso.
Não se aposentou de fato, mas se aposentou.
Eu explico. Ele não tem mais nada para fazer na Formula1.
Mesmo que ele vença no Brasil (não acredito), sua história como piloto acabou.
Um piloto guia seu carro, mas também precisa liderar uma equipe, ou parte dela.
Um piloto guia seu carro, mas também leva as expectativas e esperanças de muitos com ele no carro.
Um piloto, guiando seu carro, desperta amor e ódio.
No caso dele, já não há mais liderança.
No caso dele, já não há mais expectativas.
No caso dele, já não há mais nada.
A equipe continua e continuará existindo, mas ele já não faz mais parte dela.
Sua história acabou.
Ali ele não tem um futuro. Não contam mais com ele.
No Japão, onde muito foram endeusados ele passou despercebido.
Nessa madrugada, não foi o nome dele que gritaram. A festa não era pra ele.
Pela Jovem Pan eu ouvi as japonesas gritarem o nome de seu companheiro de equipe e percebi, num estalo, "acabou, Rubens Barrichello acabou."
Rubens Barrichello já não é competitivo. Já não entusiasma. Já não é importante.
Depois de sobreviver a Michael Schumacher Rubens acaba sendo aposentado por Jenson Button...
Acabou uma era.
A expectativa de um campeão brasileiro no ano que vem não existe.
Uma era de competitividade e vitórias brasileiras na F1 se encerrou.
Pace, Fittipaldi, Piquet, Senna e Barrichelo se sucederam na geração de expectativas.
Não há sucessor.
A geração que veio depois de Rubens naufragou sem se firmar na F1.
Passaram por ela apenas.
Massa será coadjuvante ano que vem mais uma vez.
Nelsinho só piloto de teste (ou piloto em teste) e Bruno Senna talvez nem chegue lá, não temos certeza ainda.
Acabou.
07 outubro 2006
Piloto cego
As pessoas tem o costume de chamar de cego quem dirige mal.
Este TOP GEAR me fez pensar sobre isso.
Sim. O ceguinho mandou bem!!!
Este TOP GEAR me fez pensar sobre isso.
Sim. O ceguinho mandou bem!!!
02 outubro 2006
Mais um pouco de Venezuela
É um belo país a Venezuela.
Tudo bem que eles não têm Pelé;
Tudo bem que eles não têm Zico;
Mas eles também não têm brigas no metrô entre as torcidas de Corinthians-Palmerias-São Paulo (ou no Maracanã entre Vasco-Flamengo-Botafogo-Fluminense).
Tudo bem que eles não têm Senna;
Tudo bem que eles não têm Piquet;
Mas eles também não têm Jacarepaguá sendo destruído pelo interesse imobiliário-especulativo-político.
Tudo bem que eles não têm a Folha de São Paulo;
Tudo bem que eles não têm o Jornal do Brasil;
Mas eles também não têm a Veja, nem a Vejinha.
Tudo bem que eles não puderam torcer para sua seleção na Copa do Mundo;
Mas eles também não tiveram de torcer para a nossa seleção na Copa do Mundo.
Tudo bem que eles não tem Boris Casoy;
Mas eles também não tem William Bonner, nem Datena.
Tudo bem que eles não tem Bossa Nova
Mas eles também não tem Funk carioca, nem Axé.
Mas eles também não têm MST, nem MLST, nem PT!
Gostei dessa tal de Venezuela.
Mas, apesar de tudo, ainda prefiro o Brasil.
Tudo bem que eles não têm Pelé;
Tudo bem que eles não têm Zico;
Mas eles também não têm brigas no metrô entre as torcidas de Corinthians-Palmerias-São Paulo (ou no Maracanã entre Vasco-Flamengo-Botafogo-Fluminense).
Tudo bem que eles não têm Senna;
Tudo bem que eles não têm Piquet;
Mas eles também não têm Jacarepaguá sendo destruído pelo interesse imobiliário-especulativo-político.
Tudo bem que eles não têm a Folha de São Paulo;
Tudo bem que eles não têm o Jornal do Brasil;
Mas eles também não têm a Veja, nem a Vejinha.
Tudo bem que eles não puderam torcer para sua seleção na Copa do Mundo;
Mas eles também não tiveram de torcer para a nossa seleção na Copa do Mundo.
Tudo bem que eles não tem Boris Casoy;
Mas eles também não tem William Bonner, nem Datena.
Tudo bem que eles não tem Bossa Nova
Mas eles também não tem Funk carioca, nem Axé.
Mas eles também não têm MST, nem MLST, nem PT!
Gostei dessa tal de Venezuela.
Mas, apesar de tudo, ainda prefiro o Brasil.
29 setembro 2006
PSDVA X Petrobrás
Ainda sobre a Venezuela.
Quando eu era criança nunca entendi porque o Brasil comprava petróleo se produzia petróleo. Naquela época eu achava que petróleo era fabricado.
Quando eu era adolescente entendi que o Brasil não tinha capacidade para extrair tanto petróleo de seus poços quanto consumia, e por isso importava petróleo para complementar a demanda.
Eu fui amadurecendo e a indústria petrolifera no Brasil foi evoluindo. Aumentando sua produção, melhorando seu produto. Chegou à Formula 1.
Agora adulto fiquei sabendo que o Brasil acabava de se tornar auto-suficiente em petróleo.
OBA!
Agora quero que alguém me explique porque os Venezuelanos pagam 5 centavos de dólar por um litro de gasolina e os Brasileiros pagam um pouco mais de 1 dólar pelo mesmo litro de gasolina. VINTE vezes mais!!!!
Que auto-suficiência é essa???
Dizem que existem três tipos de mentiras: existem as mentiras, as mentiras deslavadas e as estatísticas. Em qual das três categorias se inclui a auto-suficiência brasileira em petróleo?
Quando eu era criança nunca entendi porque o Brasil comprava petróleo se produzia petróleo. Naquela época eu achava que petróleo era fabricado.
Quando eu era adolescente entendi que o Brasil não tinha capacidade para extrair tanto petróleo de seus poços quanto consumia, e por isso importava petróleo para complementar a demanda.
Eu fui amadurecendo e a indústria petrolifera no Brasil foi evoluindo. Aumentando sua produção, melhorando seu produto. Chegou à Formula 1.
Agora adulto fiquei sabendo que o Brasil acabava de se tornar auto-suficiente em petróleo.
OBA!
Agora quero que alguém me explique porque os Venezuelanos pagam 5 centavos de dólar por um litro de gasolina e os Brasileiros pagam um pouco mais de 1 dólar pelo mesmo litro de gasolina. VINTE vezes mais!!!!
Que auto-suficiência é essa???
Dizem que existem três tipos de mentiras: existem as mentiras, as mentiras deslavadas e as estatísticas. Em qual das três categorias se inclui a auto-suficiência brasileira em petróleo?
Venezuela
Venezuela
A Venezuela conta com montadoras da Fiat, GM, Ford, Volks e algumas mais.
Eles têm a Telefonica. Eles tem um presidente de esquerda. Eles gostam de falar sobre petróleo. Eles tem Amazônia.
A Venezuela parece bastante com o Brasil.
Caracas não chega a ser uma cidade bonita.
É uma cidade comum, mas que fique claro, uma cidade. Não é um vilarejo esquecido.
É uma cidade do século 21, com as mesmas vantagens e desvantagens das cidades do século 21. Civilizada e impessoal; com belos prédios e pouco verde; com largas avenidas providencialmente lotadas de carros; com um trânsito bem sinalizado mas ruas poluídas pelo excesso de comunicação visual.
Resumindo, uma versão menor de São Paulo.
Valencia é mais bonita.
Bastante verde, um pouco melhor organizada.
Parece ter merecido um mínimo de planejamento.
Parece-se com o Rio de Janeiro. A parte boa do Rio, claro.
Na Venezuela come-se bem. Come-se como em Minas.
Arroz, feijão, purê de batata, banana frita, frango ensopado e até doce de leite com chocolate.
É um belo país a Venezuela.
A Venezuela conta com montadoras da Fiat, GM, Ford, Volks e algumas mais.
Eles têm a Telefonica. Eles tem um presidente de esquerda. Eles gostam de falar sobre petróleo. Eles tem Amazônia.
A Venezuela parece bastante com o Brasil.
Caracas não chega a ser uma cidade bonita.
É uma cidade comum, mas que fique claro, uma cidade. Não é um vilarejo esquecido.
É uma cidade do século 21, com as mesmas vantagens e desvantagens das cidades do século 21. Civilizada e impessoal; com belos prédios e pouco verde; com largas avenidas providencialmente lotadas de carros; com um trânsito bem sinalizado mas ruas poluídas pelo excesso de comunicação visual.
Resumindo, uma versão menor de São Paulo.
Valencia é mais bonita.
Bastante verde, um pouco melhor organizada.
Parece ter merecido um mínimo de planejamento.
Parece-se com o Rio de Janeiro. A parte boa do Rio, claro.
Na Venezuela come-se bem. Come-se como em Minas.
Arroz, feijão, purê de batata, banana frita, frango ensopado e até doce de leite com chocolate.
É um belo país a Venezuela.
Eleicao 2006
Como já avisei, nao vou poder votar.
Gostaria de que os amigos asistissem esse material garimpado no Youtube antes de votarem.
Um bom Domingo e felizes 2007, 2008, 2009 e 2010...
Gostaria de que os amigos asistissem esse material garimpado no Youtube antes de votarem.
Um bom Domingo e felizes 2007, 2008, 2009 e 2010...
ELEIÇÃO 2006 - Hora de reciclar (textos)
Aproxima-se a eleição pra presidente.
Minha esposa me lembra que domingo tenho que justificar minha ausência à Justiça Eleitoral.
Me lembrei de algumas coisas que andei dizendo e escrevendo, e aí vai.
Dizem que relembrar é viver. Tem coisas das quais nem gosto de lembrar, mas de outras tenho orgulho. Este textos que vou reciclar são coisas das quais me orgulho...
Concorde ou discorde. Mas pense.
Domingo é por conta de vocês...
Movimentos sociais?
Na maioria das ocasiões eu me recuso a comentar os atos dos movimentos sociais de esquerda.
Não os considero legítimos. Nenhum deles.
Sim, sou acima de tudo um anti-esquerdista...
A última apresentação da "nossa esquerda", como alguns gostam de se referir a este movimentos, deixou um saldo de prejuízo material, feridos e vergonha - logicamente para nós, não para eles.
Dois fatos merecem destaque, negativo claro...
Valmir Macedo - "Não tivemos outra alternativa a não ser entrar deste modo"
Franciele Denísia Assêncio, que foi filmada quebrando terminais de computador, negou ter participado de qualquer ato de depredação mesmo depois de assistir às imagens.
Quando a torcida do Corinthians tentou invadir o campo do Pacaembu (num jogo da Copa Libertadores) apareceu gente querendo justificar o ato de selvageria... lamentavelmente, dessa vez também há.
Tenho dúvidas à respeito do futuro de nossa Nação...
(postado no meu antigo blog em agosto de 2006, quando o MST invadiu um prédio do governo federal em Brasília)
PS - continuo com dúvidas...
Minha esposa me lembra que domingo tenho que justificar minha ausência à Justiça Eleitoral.
Me lembrei de algumas coisas que andei dizendo e escrevendo, e aí vai.
Dizem que relembrar é viver. Tem coisas das quais nem gosto de lembrar, mas de outras tenho orgulho. Este textos que vou reciclar são coisas das quais me orgulho...
Concorde ou discorde. Mas pense.
Domingo é por conta de vocês...
Movimentos sociais?
Na maioria das ocasiões eu me recuso a comentar os atos dos movimentos sociais de esquerda.
Não os considero legítimos. Nenhum deles.
Sim, sou acima de tudo um anti-esquerdista...
A última apresentação da "nossa esquerda", como alguns gostam de se referir a este movimentos, deixou um saldo de prejuízo material, feridos e vergonha - logicamente para nós, não para eles.
Dois fatos merecem destaque, negativo claro...
Valmir Macedo - "Não tivemos outra alternativa a não ser entrar deste modo"
Franciele Denísia Assêncio, que foi filmada quebrando terminais de computador, negou ter participado de qualquer ato de depredação mesmo depois de assistir às imagens.
Quando a torcida do Corinthians tentou invadir o campo do Pacaembu (num jogo da Copa Libertadores) apareceu gente querendo justificar o ato de selvageria... lamentavelmente, dessa vez também há.
Tenho dúvidas à respeito do futuro de nossa Nação...
(postado no meu antigo blog em agosto de 2006, quando o MST invadiu um prédio do governo federal em Brasília)
PS - continuo com dúvidas...
28 setembro 2006
23 setembro 2006
EU
Não sou palmerense, aliás, atualmente nem ando tão antenado em futebol.
A questão é que toda vez que entro na página de configurações tá lá o blogger pedindo uma foto.
Parece dizer, clique aqui, coloque sua foto e seja feliz.
Pensei em várias fotos que poderia usar.
A do passaporte, a do RG, alguma outra qualquer.
Depois decidi usar uma imagem. Uma imagem diz mais que mil palavras...
Comecei então a busca por uma imagem que dissesse mais de quem sou do que uma foto poderia dizer sobre mim.
Como é assim que meu filho me chama, é essa a imagem que vai.
eis o blogueiro...
A questão é que toda vez que entro na página de configurações tá lá o blogger pedindo uma foto.
Parece dizer, clique aqui, coloque sua foto e seja feliz.
Pensei em várias fotos que poderia usar.
A do passaporte, a do RG, alguma outra qualquer.
Depois decidi usar uma imagem. Uma imagem diz mais que mil palavras...
Comecei então a busca por uma imagem que dissesse mais de quem sou do que uma foto poderia dizer sobre mim.
Como é assim que meu filho me chama, é essa a imagem que vai.
eis o blogueiro...
21 setembro 2006
20 setembro 2006
PAUSA
Em geral nao abro nenhum anexo em powerpoint que recebo por e-mail.
Hoje, como o que recebi vinha da minha esposa, resolvi abrir.
Li e conslui que vale a pena compartilhar o conteudo.
“Na pausa não há música, mas a pausa ajuda a fazer a música”.
Na melodia da nossa vida a música é interrompida aqui e ali por "pausas’...
E nós, sem refletirmos, pensamos que a melodia terminou.
Deus nos envia, às vezes, um tempo de parada forçada.
E faz uma pausa repentina no coral de nossa vida.
Pode ser uma provação, planos fracassados, ou esforços frustrados.
Mas na verdade é preciso fazer uma pausa...
Mas como é que o maestro lê a pausa?
Ele continua a marcar o compasso com a mesma precisão e toma a nota seguinte com firmeza, como se não tivesse havido interrupção alguma.
Deus segue um plano ao escrever a música de nossa vida.
Elas não estão ali para serem passadas por alto ou serem omitidas, nem para atrapalhar a melodia ou alterar o tom. E sim para aprimorar.
A nossa parte deve ser aprender a melodia e não desmaiar nas "pausas".
Se olharmos para cima, Deus mesmo marcará o compasso para nós.
Com os olhos Nele, vamos ferir a próxima nota com toda a clareza sem murmurarmos tristemente: “Na pausa não há música”.
Não nos esqueçamos, contudo, de que “ela ajuda a fazer a música”.
Compor a música da nossa vida é geralmente um processo lento e trabalhoso.
Com paciência, Deus trabalha para nos ensinar!
E quanto tempo Ele espera até que aprendamos a lição!
Lembre-se, a pausa não dura muito, é apenas um tempo suficiente para que você se renove e continue...
Ela apenas serve para continuar a música!!!
Olhe melhor a sua volta...
Viva a Vida!
Pare! E aceite a pausa, você merece ser mais amado e amar, sonhar, sorrir, cantar e ser feliz, muito mais feliz!!!
Hoje, como o que recebi vinha da minha esposa, resolvi abrir.
Li e conslui que vale a pena compartilhar o conteudo.
“Na pausa não há música, mas a pausa ajuda a fazer a música”.
Na melodia da nossa vida a música é interrompida aqui e ali por "pausas’...
E nós, sem refletirmos, pensamos que a melodia terminou.
Deus nos envia, às vezes, um tempo de parada forçada.
E faz uma pausa repentina no coral de nossa vida.
Pode ser uma provação, planos fracassados, ou esforços frustrados.
Mas na verdade é preciso fazer uma pausa...
Mas como é que o maestro lê a pausa?
Ele continua a marcar o compasso com a mesma precisão e toma a nota seguinte com firmeza, como se não tivesse havido interrupção alguma.
Deus segue um plano ao escrever a música de nossa vida.
Elas não estão ali para serem passadas por alto ou serem omitidas, nem para atrapalhar a melodia ou alterar o tom. E sim para aprimorar.
A nossa parte deve ser aprender a melodia e não desmaiar nas "pausas".
Se olharmos para cima, Deus mesmo marcará o compasso para nós.
Com os olhos Nele, vamos ferir a próxima nota com toda a clareza sem murmurarmos tristemente: “Na pausa não há música”.
Não nos esqueçamos, contudo, de que “ela ajuda a fazer a música”.
Compor a música da nossa vida é geralmente um processo lento e trabalhoso.
Com paciência, Deus trabalha para nos ensinar!
E quanto tempo Ele espera até que aprendamos a lição!
Lembre-se, a pausa não dura muito, é apenas um tempo suficiente para que você se renove e continue...
Ela apenas serve para continuar a música!!!
Olhe melhor a sua volta...
Viva a Vida!
Pare! E aceite a pausa, você merece ser mais amado e amar, sonhar, sorrir, cantar e ser feliz, muito mais feliz!!!
Vê se pára de reclamar!!!
Sabe aquela história de reclamar do seu bairro, da sua cidade, do seu estado e principalmente do seu país?
Alguns vídeos para fazer cada um de nós pensar um pouco mais antes de reclamar...
As ruas, avenidas e rodovias do Brasil são muito mal projetadas! Será?
http://www.youtube.com/watch?v=TT7f195Tl1c
É só chover em São Paulo que começam as inundações! Hein?
http://www.youtube.com/watch?v=cwZbK8OZBnk
Tem muito acidente porque as pessoas abusam da velocidade! Como é que é?
(obs: 30Mph = 50 K/h e 50Mph = 80 Km/h)
http://www.youtube.com/watch?v=Jf791DRbbEE
Alguns vídeos para fazer cada um de nós pensar um pouco mais antes de reclamar...
As ruas, avenidas e rodovias do Brasil são muito mal projetadas! Será?
http://www.youtube.com/watch?v=TT7f195Tl1c
É só chover em São Paulo que começam as inundações! Hein?
http://www.youtube.com/watch?v=cwZbK8OZBnk
Tem muito acidente porque as pessoas abusam da velocidade! Como é que é?
(obs: 30Mph = 50 K/h e 50Mph = 80 Km/h)
http://www.youtube.com/watch?v=Jf791DRbbEE
18 setembro 2006
YouTube tb eh cultura
Para quem sabe ingles...
Right now - Van Hallen
http://www.youtube.com/watch?v=jHbdUnd7Nzw
pra ouvir e pensar...
right now I'd take a close look at the following NOWS
0:10
0:25
1:18
1:46
2:32
3:43
4:00
A vida acontece AGORA!
Right now - Van Hallen
http://www.youtube.com/watch?v=jHbdUnd7Nzw
pra ouvir e pensar...
right now I'd take a close look at the following NOWS
0:10
0:25
1:18
1:46
2:32
3:43
4:00
A vida acontece AGORA!
Plim-plim
Tenho grandes resticoes a Rede Globo.
Ao jornalismo em especial.
Ja tinha recebido a indicacao mas nao tinha visto.
Vi hoje.
Tem menos de uma hora, e vale a pena.
Eh o documentario da BCC Inglesa sobre a Venus Platinada.
Eh de 1993, mas continua atual. Vale investir 50 minutos.
Na TV nunca veremos, mas esta no YouTube.
E para quem leu a biografia do Roberto Marinho (escrita por um funcionario) se assusta.
O noticiario nao desmenta a biografia. Faz uma analise critica, mas nao desmente.
Seguem os links
No YouTube - Alem do cidadao Kane
parte 1 - http://www.youtube.com/watch?v=xn3G2PK7-IQ
parte 2 - http://www.youtube.com/watch?v=m0m1rmi-Ooc
parte 3 - http://www.youtube.com/watch?v=mERhb-SDnMo
parte 4 - http://www.youtube.com/watch?v=pAfAkTFs7wI
Para quem quiser fazer o download
http://pages.apis.com.br/zani/
Sim, eu ainda nao consegui acertar o teclado para funcionar os acentos.
Quando conseguir aviso. Tenham paciencia.
Ao jornalismo em especial.
Ja tinha recebido a indicacao mas nao tinha visto.
Vi hoje.
Tem menos de uma hora, e vale a pena.
Eh o documentario da BCC Inglesa sobre a Venus Platinada.
Eh de 1993, mas continua atual. Vale investir 50 minutos.
Na TV nunca veremos, mas esta no YouTube.
E para quem leu a biografia do Roberto Marinho (escrita por um funcionario) se assusta.
O noticiario nao desmenta a biografia. Faz uma analise critica, mas nao desmente.
Seguem os links
No YouTube - Alem do cidadao Kane
parte 1 - http://www.youtube.com/watch?v=xn3G2PK7-IQ
parte 2 - http://www.youtube.com/watch?v=m0m1rmi-Ooc
parte 3 - http://www.youtube.com/watch?v=mERhb-SDnMo
parte 4 - http://www.youtube.com/watch?v=pAfAkTFs7wI
Para quem quiser fazer o download
http://pages.apis.com.br/zani/
Sim, eu ainda nao consegui acertar o teclado para funcionar os acentos.
Quando conseguir aviso. Tenham paciencia.
14 setembro 2006
Sumi. Voltei.
Sumi por alguns dias devido a mudancas.
Primeiro de emprego.
Em seguida de apartamento.
Por ultimo mudei de endereco comercial.
O que ainda nao consegui mudar foi a configuracao deste teclado...
Temporariamente vai tudo sem acentuacao...
Com um pouco de esforco da pra ler.
Prometo tentar atualizar o blog com mais frequencia.
Pensando bem, prometo nada...
Primeiro de emprego.
Em seguida de apartamento.
Por ultimo mudei de endereco comercial.
O que ainda nao consegui mudar foi a configuracao deste teclado...
Temporariamente vai tudo sem acentuacao...
Com um pouco de esforco da pra ler.
Prometo tentar atualizar o blog com mais frequencia.
Pensando bem, prometo nada...
01 setembro 2006
29 agosto 2006
Heróis
Todo mundo tem heróis.
O primeiro é sempre o pai.
Depois vem algum professor, que rapidamente passa a dividir nossa admiração com famosos em geral.
Chega uma idade em que as coisas começam a se tornar mais claras, e os heróis diminuem em quantidade para terem mais qualidade.
O primeiro, inabalável, continua sendo meu pai.
Pelo que me ensinou, pela história da sua vida (que daria um livro) e por tudo que fez e não fez.
Amigos muitas vezes são alçados, depois de anos a esta condição e tornam-se objeto de homenagem (nome de filho por exemplo). Outros acabam sendo homenageados de formas mais simples, com um post num blog obscuro.
Hoje é dia de homenagem a três heróis do automobilismo brasileiro - pelo menos pra mim.
Homens que me fizeram ir pela primeira vez a Interlagos (e a um autódromo), que me mostraram os boxes e me contaram a história por traz da história.
Se tornaram heróis de muitos marmanjos como eu, e mostrando nobreza, nunca se comportaram como tal.
Amanhã, novos heróis vão surgir, e importa que seja assim mesmo.
O tempo não para, nem a vida.
Os três cavalheiros da foto abaixo podem perder seu status de heróis, mas continuarão sendo lembrados como tal.
Flavio, Joaquim e Roberto...
obrigado.
O primeiro é sempre o pai.
Depois vem algum professor, que rapidamente passa a dividir nossa admiração com famosos em geral.
Chega uma idade em que as coisas começam a se tornar mais claras, e os heróis diminuem em quantidade para terem mais qualidade.
O primeiro, inabalável, continua sendo meu pai.
Pelo que me ensinou, pela história da sua vida (que daria um livro) e por tudo que fez e não fez.
Amigos muitas vezes são alçados, depois de anos a esta condição e tornam-se objeto de homenagem (nome de filho por exemplo). Outros acabam sendo homenageados de formas mais simples, com um post num blog obscuro.
Hoje é dia de homenagem a três heróis do automobilismo brasileiro - pelo menos pra mim.
Homens que me fizeram ir pela primeira vez a Interlagos (e a um autódromo), que me mostraram os boxes e me contaram a história por traz da história.
Se tornaram heróis de muitos marmanjos como eu, e mostrando nobreza, nunca se comportaram como tal.
Amanhã, novos heróis vão surgir, e importa que seja assim mesmo.
O tempo não para, nem a vida.
Os três cavalheiros da foto abaixo podem perder seu status de heróis, mas continuarão sendo lembrados como tal.
Flavio, Joaquim e Roberto...
obrigado.
ELGAR GT 104
O amigo Joaquim Lopes, via aos poucos se tornando um parceiro neste blog. Me mandou há alguns dias a foto e a ficha técnica deste protótipo de competição brasileiro, e eu que andei trabalhando demais e blogando "de menos" estava em dívida com ele e agora quito meu compromisso...
O Elgar é o primeiro de alguns prótotipos de competição projetados e executados no Brasil que vamos mostrar. A idéia é mostrar o quanto o nosso automobilismo já foi mais criativo e BBB (bom, bonito e barato), principalemente, quando comparamos aos dias atuais, com a chatice tubular-monomarca que impera nos autódromos Tupiniquins.Eu ia criar uma categoria no blog e chamá-la de Carros dos Sonhos, porque acredito que cada protótipo que será mostrado aqui começou com um sonho, de alguém que era apaixonado por corridas, mas na verdade, o Joaquim me esclareceu, TODOS carros nascem de um sonho. Grande Joaquim.
Sem mais delongas, com vocês o ELGAR CT 104

O ELGAR GT 104 O Elgar Gt 104 foi um protótipo idealizado e construido pelo piloto gaúcho Ênio Lourenço Garcia, radicado em Brasilia desde o inicio dos anos 60. Descontente com o desempenho de seu fusca de competição, que havia ganhado quase todas as corridas que participara em 1968, Ênio decidiu desenhar um protótipo com chassi especial que utilizasse os componente mecânicos de seu ressistente fusca vencedor. Partiu então de um chassi com longarinas e travessas em chapas de aço, que recebia tubos que reforçavam a estrutura triangular traseira que, por sua vez, era apoiada na caixa de câmbio. Esse arranjo, segundo Ênio, tinha por objetivo reduzir a torção do chassi. Construído pelo também piloto brasiliense Waldir Lomazzi, esse chassi recebeu as partes mecânicas do fusca, ou seja, eixo dianteiro (corpo, mangas, feixes de barras de torção), freios (da Kombi, a tambor, com furos adicionais para ventilação), caixa de direção sendo a mesma do fusca sedan 1200, mas com a caixa de direção deslocada para o centro, com braço de acionamento das barras mais longo, “mais rápido”, de acordo com Ênio. O motor era inicialmente o VW 1500 usado na Kombi e no Karmann Ghia, mas com a cilindrada aumentada para 1600 e dupla carburação. Logo deu lugar a um motor maior, de 1800 cc e por fim substituído por um de 2000 cc com virabrequim roletado, importado dos EUA. Nesta versão, alimentado por dois carburadores Weber 45, comando Puma P-3 e cárter seco, o carro atingiu seu ápice, acoplado a uma caixa de câmbio P-3 e diferencial autoblocante ZF importado. Completava o conjunto um jogo de rodas esportivas de liga leve da Italmagnésio, tipo “castelinho”, muito utilizadas pelos Karmann Ghia e fuscas na década de 60. Com a estrutura pronta, Ênio pôde dar forma à carroceria moldada em fibra de vidro, gerando um modelo belíssimo, com linhas modernas e equilibradas, claramente inspiradas no Porsche 718 “Coupé Le Mans”, vencedor da Targa Florio de 1963. O pára-brisa, retirado de um Willys Interlagos integrou-se tão bem às linhas gerais do carro que parecia ter sido feito sob encomenda. Duas unidades foram então construídas e estrearam na tradicional prova “Mil Km de Brasilia” de 1969, uma delas com a dupla Ênio Garcia/ Toninho Martins ao volante. Com problema naturais de estréia terminaram em sétimo lugar, atrás de duas Alfas GTA e uma BMW, carros muito mais evoluídos técnicamente. Ênio Garcia continuou competindo com o Elgar por mais dois anos em provas realizadas em Brasilia, Goiânia , Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo com resultados sempre significativos, mas as duas versões do Elgar acabaram por se tornar obsoletas frente ao desenvolvimento de outros carros e o advento de protótipos importados no automobilismo brasileiro. As duas únicas versões do Elgar GT 104 tiveram destino inglório: o carro pertencente a Ênio Garcia foi destruído num incêndio, enquanto a outra unidade, depois de passar por vários proprietários, teve as portas laminadas e a capota cortada, sendo seu último aparecimento numa prova de arrancada realizada na marginal do Rio Pinheiros em São Paulo, em 1971. Sem dúvida alguma, o Elgar Gt 104 foi uma das mais belas e vitoriosas versões de carro de corrida brasileiros montada sobre a mecânica VW e um dos ícones da geração dos anos sessenta.
O Elgar é o primeiro de alguns prótotipos de competição projetados e executados no Brasil que vamos mostrar. A idéia é mostrar o quanto o nosso automobilismo já foi mais criativo e BBB (bom, bonito e barato), principalemente, quando comparamos aos dias atuais, com a chatice tubular-monomarca que impera nos autódromos Tupiniquins.Eu ia criar uma categoria no blog e chamá-la de Carros dos Sonhos, porque acredito que cada protótipo que será mostrado aqui começou com um sonho, de alguém que era apaixonado por corridas, mas na verdade, o Joaquim me esclareceu, TODOS carros nascem de um sonho. Grande Joaquim.
Sem mais delongas, com vocês o ELGAR CT 104

O ELGAR GT 104 O Elgar Gt 104 foi um protótipo idealizado e construido pelo piloto gaúcho Ênio Lourenço Garcia, radicado em Brasilia desde o inicio dos anos 60. Descontente com o desempenho de seu fusca de competição, que havia ganhado quase todas as corridas que participara em 1968, Ênio decidiu desenhar um protótipo com chassi especial que utilizasse os componente mecânicos de seu ressistente fusca vencedor. Partiu então de um chassi com longarinas e travessas em chapas de aço, que recebia tubos que reforçavam a estrutura triangular traseira que, por sua vez, era apoiada na caixa de câmbio. Esse arranjo, segundo Ênio, tinha por objetivo reduzir a torção do chassi. Construído pelo também piloto brasiliense Waldir Lomazzi, esse chassi recebeu as partes mecânicas do fusca, ou seja, eixo dianteiro (corpo, mangas, feixes de barras de torção), freios (da Kombi, a tambor, com furos adicionais para ventilação), caixa de direção sendo a mesma do fusca sedan 1200, mas com a caixa de direção deslocada para o centro, com braço de acionamento das barras mais longo, “mais rápido”, de acordo com Ênio. O motor era inicialmente o VW 1500 usado na Kombi e no Karmann Ghia, mas com a cilindrada aumentada para 1600 e dupla carburação. Logo deu lugar a um motor maior, de 1800 cc e por fim substituído por um de 2000 cc com virabrequim roletado, importado dos EUA. Nesta versão, alimentado por dois carburadores Weber 45, comando Puma P-3 e cárter seco, o carro atingiu seu ápice, acoplado a uma caixa de câmbio P-3 e diferencial autoblocante ZF importado. Completava o conjunto um jogo de rodas esportivas de liga leve da Italmagnésio, tipo “castelinho”, muito utilizadas pelos Karmann Ghia e fuscas na década de 60. Com a estrutura pronta, Ênio pôde dar forma à carroceria moldada em fibra de vidro, gerando um modelo belíssimo, com linhas modernas e equilibradas, claramente inspiradas no Porsche 718 “Coupé Le Mans”, vencedor da Targa Florio de 1963. O pára-brisa, retirado de um Willys Interlagos integrou-se tão bem às linhas gerais do carro que parecia ter sido feito sob encomenda. Duas unidades foram então construídas e estrearam na tradicional prova “Mil Km de Brasilia” de 1969, uma delas com a dupla Ênio Garcia/ Toninho Martins ao volante. Com problema naturais de estréia terminaram em sétimo lugar, atrás de duas Alfas GTA e uma BMW, carros muito mais evoluídos técnicamente. Ênio Garcia continuou competindo com o Elgar por mais dois anos em provas realizadas em Brasilia, Goiânia , Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo com resultados sempre significativos, mas as duas versões do Elgar acabaram por se tornar obsoletas frente ao desenvolvimento de outros carros e o advento de protótipos importados no automobilismo brasileiro. As duas únicas versões do Elgar GT 104 tiveram destino inglório: o carro pertencente a Ênio Garcia foi destruído num incêndio, enquanto a outra unidade, depois de passar por vários proprietários, teve as portas laminadas e a capota cortada, sendo seu último aparecimento numa prova de arrancada realizada na marginal do Rio Pinheiros em São Paulo, em 1971. Sem dúvida alguma, o Elgar Gt 104 foi uma das mais belas e vitoriosas versões de carro de corrida brasileiros montada sobre a mecânica VW e um dos ícones da geração dos anos sessenta.
Reciclando
Postado no meu blog velho em 05.06.06
Impossível
Em minha visita diária obrigatória ao blog do Rodrigo Borges http://www.estadodecirco.net/ li o texto que ele postou ontem (04/jun)...
recomendo adicionarem o blog dele nos favoritos, mas pra quem não for lá, aqui está o que ele escreveu...
"O IMPOSSÍVEL
Impossible is nothing, diz a propaganda da Adidas. Dois meninos num bairro pobre de algum país que fala espanhol escolhem para seus times Zidane, Messi, Kaká e até Beckenbauer e Platini.
O impossível não é nada e a gente esquece disso quando cresce. Eu já joguei muitas Copas do Mundo. No quintal de casa. Fazia sorteio, montava tabela e jogava sozinho. Sozinho, não. Estavam todos lá comigo. Platini, Sócrates, Zico, Careca, e Hugo Sanchez.
Crescemos. E o impossível vira impossível, mesmo. Impossible is impossible. Esquecemos do quanto é bom fazer o que não pode ser feito, sonhar com algo improvável, imaginar algo que não deveria ser imaginado. Em algum momento perdemos o prazer de ser criança. Viramos adultos, viramos chatos.
O impossível é nada. Nada. E eu espero não ter que ser lembrado pela Adidas outra vez. Vou anotar e não me esquecerei."
Impossível
Em minha visita diária obrigatória ao blog do Rodrigo Borges http://www.estadodecirco.net/ li o texto que ele postou ontem (04/jun)...
recomendo adicionarem o blog dele nos favoritos, mas pra quem não for lá, aqui está o que ele escreveu...
"O IMPOSSÍVEL
Impossible is nothing, diz a propaganda da Adidas. Dois meninos num bairro pobre de algum país que fala espanhol escolhem para seus times Zidane, Messi, Kaká e até Beckenbauer e Platini.
O impossível não é nada e a gente esquece disso quando cresce. Eu já joguei muitas Copas do Mundo. No quintal de casa. Fazia sorteio, montava tabela e jogava sozinho. Sozinho, não. Estavam todos lá comigo. Platini, Sócrates, Zico, Careca, e Hugo Sanchez.
Crescemos. E o impossível vira impossível, mesmo. Impossible is impossible. Esquecemos do quanto é bom fazer o que não pode ser feito, sonhar com algo improvável, imaginar algo que não deveria ser imaginado. Em algum momento perdemos o prazer de ser criança. Viramos adultos, viramos chatos.
O impossível é nada. Nada. E eu espero não ter que ser lembrado pela Adidas outra vez. Vou anotar e não me esquecerei."
22 agosto 2006
Pais e Filhos - pergunta do dia
"Pai, por que a Terra é redonda?"
Essa é fácil... "Por causa da gravidade, a Terra, a Lua, o Sol e os demais corpos celestes tem a forma esférica"
"Hã?"
"Peraí"
Saio, vou ao banheiro, lavo as mãos e volto...
"O que você perguntou mesmo?!"
"Por que a Terra é redonda?"
"Pra poder girar em torno do Sol"
"Ah tá... entendi"
E entendeu mesmo.
Ser pai é uma escola. Hoje aprendi que a vida é simples, mas gente grande gosta de complicar.
Essa é fácil... "Por causa da gravidade, a Terra, a Lua, o Sol e os demais corpos celestes tem a forma esférica"
"Hã?"
"Peraí"
Saio, vou ao banheiro, lavo as mãos e volto...
"O que você perguntou mesmo?!"
"Por que a Terra é redonda?"
"Pra poder girar em torno do Sol"
"Ah tá... entendi"
E entendeu mesmo.
Ser pai é uma escola. Hoje aprendi que a vida é simples, mas gente grande gosta de complicar.
19 agosto 2006
Apartamento novo
Cá estou!
No apartamento novo.
Sem móveis e sujo, mas com TV a cabo e Internet banda larga...
Essa semana começo a virar uma página importante em minha vida.
Depois de 7 anos incompletos vamos mudar do apartamento onde meu filho nasceu.
Vai ser minha nona casa. A segunda do Jorge.
Depois de 10 anos, 5 meses e 25 dias volto a morar num apartamento com varanda.
A Junia ou o Léo vai nascer aqui...
Semana que vem, fotos do ultrassom (que estou devendo faz tempo) e da vista da varanda
No apartamento novo.
Sem móveis e sujo, mas com TV a cabo e Internet banda larga...
Essa semana começo a virar uma página importante em minha vida.
Depois de 7 anos incompletos vamos mudar do apartamento onde meu filho nasceu.
Vai ser minha nona casa. A segunda do Jorge.
Depois de 10 anos, 5 meses e 25 dias volto a morar num apartamento com varanda.
A Junia ou o Léo vai nascer aqui...
Semana que vem, fotos do ultrassom (que estou devendo faz tempo) e da vista da varanda
17 agosto 2006
Parabéns ao campeão!
Ontem o Internacional-RS sagrando-se campeão da Taça Toyota-Libertadores da América trouxe de volta ao futebol parte da sua dignidade.
Nada contra o São Paulo, que tem feito sua parte, mas contra a máquina administrativa do futebol verde-amarelo.
O Inter deveria ter sido campeão Brasileiro em 2005.
Mas, graças às intervenções havidas, outro clube o foi. Aliás, um dos lanternas ao longo do campeonato deste ano.
Parabéns ao Inter, parabéns ao Abel Braga.
Parabéns à Rede Globo que escalou o Cléber Machado para narrar.
Nada contra o São Paulo, que tem feito sua parte, mas contra a máquina administrativa do futebol verde-amarelo.
O Inter deveria ter sido campeão Brasileiro em 2005.
Mas, graças às intervenções havidas, outro clube o foi. Aliás, um dos lanternas ao longo do campeonato deste ano.
Parabéns ao Inter, parabéns ao Abel Braga.
Parabéns à Rede Globo que escalou o Cléber Machado para narrar.
“IÚ NôU UÁRAMIN ?”
Postado no blog antigo... Postado no blog novo.
Interlagos é lugar de fazer amigos. Fiz alguns. Entre eles o Joaquim, grande contador de "causos"O causo à seguir me foi contato por ele.
Vai como ele me contou, ou pelo menos como eu me lembro...
"Pelos idos de 2000 eu estava com manutenção de aeronaves nos EUA trabalhando na Lockheed Martin, aí, um belo dia me aparece, sei lá de onde, para trabalhar na companhia um cidadão. O "Mineirim". Ele era das proximidades de Governador Valadares, homem simples, e humilde. Simples e humilde, mas de uma teimosia assustadora. Não falava uma só palavra de inglês, nem espanhol. Na verdade falava algo um pouco parecido com português. Pra complicar, achava que entendia tudo.
Pra sorte dele, como brasileiro, fui escalado pelo supervisor para dar as primeiras noções do serviço para o nosso querido Mineirim.
Trabalhar com aviação militar é bicho enjoado, cheio de normas, regras, procedimentos e regulamentos. E o nosso amigo Mineirim não era muito chegado a disciplina, não. Gostava de fazer as coisas à sua maneira. Todo dia era a mesma coisa: quanto mais eu insistia em ensiná-lo mais o homem teimava em fazer à sua maneira. Sempre errado. Durante o briefing, antes de iniciarmos o turno, enquanto o supervisor delegava o serviço e as funções em inglês, ele só concordava, em português e balançava a cabeça afirmativamente:“ Sim, sinhô... já intindi... num pricisa explicar... é comigo mes...”
E eu perguntava: “Mineirim, afinal você fala ou não fala inglês!?!?” E ele: “Não, falar eu num falo, mas entendo tudim... É fácim... é só interpretar o que o hômi diz...”
E lá ia o Mineirim, com a sua teimosia, para sua quota diária de besteiras. A paciência do supervisor (e a minha) já estava se esgotando e a gente ali, tentando contornar a situação, afinal era um brasileiro que precisava do emprego. Um dia, já de saco cheio, o supervisor resolveu dar ao Mineirim sua última chance. Fomos designados, eu e ele, a fazer a preparação para a pintura do leme de direção de um Hércules C-130 e, como sempre, o Mineirim começou a fazer tudo errado.
O supervisor nos chamou num canto e disse para mim, em inglês: -“Traduza exatamente o que eu vou dizer: Mr.....(vou excusar o nome da fera) esta é sua última chance. Mais um erro e o senhor está fora. Sabe o que eu quero dizer? - em Inglês - Do you know what I mean? DO YOU KNOW WHAT I MEAN?” Aos ouvidos do nosso Mineirim, a coisa soou mais ou menos assim:
“IÚ NôU UÁRAMIN ?”
Mineirim balançou a cabeça afirmativamente, como de costume, e me saiu com essa:
“ É pur isso que num rende... cês ficam me sacaneando... pô assim não... pur que cê num falou que tem que usar um “araminho” !?!?!? "
Foi uma gargalhada geral!! Eu e o Brandão só não rolamos no chão porque estávamos no Box21 e o chão estava sujo...Vou aos poucos tentando convencer o Joaquim a me autorizar a contar mais coisas aqui...
Interlagos é lugar de fazer amigos. Fiz alguns. Entre eles o Joaquim, grande contador de "causos"O causo à seguir me foi contato por ele.
Vai como ele me contou, ou pelo menos como eu me lembro...
"Pelos idos de 2000 eu estava com manutenção de aeronaves nos EUA trabalhando na Lockheed Martin, aí, um belo dia me aparece, sei lá de onde, para trabalhar na companhia um cidadão. O "Mineirim". Ele era das proximidades de Governador Valadares, homem simples, e humilde. Simples e humilde, mas de uma teimosia assustadora. Não falava uma só palavra de inglês, nem espanhol. Na verdade falava algo um pouco parecido com português. Pra complicar, achava que entendia tudo.
Pra sorte dele, como brasileiro, fui escalado pelo supervisor para dar as primeiras noções do serviço para o nosso querido Mineirim.
Trabalhar com aviação militar é bicho enjoado, cheio de normas, regras, procedimentos e regulamentos. E o nosso amigo Mineirim não era muito chegado a disciplina, não. Gostava de fazer as coisas à sua maneira. Todo dia era a mesma coisa: quanto mais eu insistia em ensiná-lo mais o homem teimava em fazer à sua maneira. Sempre errado. Durante o briefing, antes de iniciarmos o turno, enquanto o supervisor delegava o serviço e as funções em inglês, ele só concordava, em português e balançava a cabeça afirmativamente:“ Sim, sinhô... já intindi... num pricisa explicar... é comigo mes...”
E eu perguntava: “Mineirim, afinal você fala ou não fala inglês!?!?” E ele: “Não, falar eu num falo, mas entendo tudim... É fácim... é só interpretar o que o hômi diz...”
E lá ia o Mineirim, com a sua teimosia, para sua quota diária de besteiras. A paciência do supervisor (e a minha) já estava se esgotando e a gente ali, tentando contornar a situação, afinal era um brasileiro que precisava do emprego. Um dia, já de saco cheio, o supervisor resolveu dar ao Mineirim sua última chance. Fomos designados, eu e ele, a fazer a preparação para a pintura do leme de direção de um Hércules C-130 e, como sempre, o Mineirim começou a fazer tudo errado.
O supervisor nos chamou num canto e disse para mim, em inglês: -“Traduza exatamente o que eu vou dizer: Mr.....(vou excusar o nome da fera) esta é sua última chance. Mais um erro e o senhor está fora. Sabe o que eu quero dizer? - em Inglês - Do you know what I mean? DO YOU KNOW WHAT I MEAN?” Aos ouvidos do nosso Mineirim, a coisa soou mais ou menos assim:
“IÚ NôU UÁRAMIN ?”
Mineirim balançou a cabeça afirmativamente, como de costume, e me saiu com essa:
“ É pur isso que num rende... cês ficam me sacaneando... pô assim não... pur que cê num falou que tem que usar um “araminho” !?!?!? "
Foi uma gargalhada geral!! Eu e o Brandão só não rolamos no chão porque estávamos no Box21 e o chão estava sujo...Vou aos poucos tentando convencer o Joaquim a me autorizar a contar mais coisas aqui...
Cadê o Lampião
A CAÇADA A LAMPIÃO
Baseado em um dos causos de Joaquim Lopes Filho...
Finalzinho de 69, próximo do primeiro aniversário do AI-5, Guerilha do Araguaia e o Exército com mais poder do que nunca. Só percebíamos isso, quando nos incomodava. A tal Política de Integração Nacional inaugurava estádios e autódromos por todo o país, levando o “circo” para o povo, enquanto torturava dissidentes. Quem estava fora do eixo Rio-São Paulo poderia ver de perto os ídolos do esporte. Nesta esteira, veio o GP de Fortaleza, válido para o campeonato brasileiro, com uma premiação inédita (“deu para pagar o parto da esposa de um dos pilotos da dupla vencedora”, nos contava o Dal Pont).
Marivaldo, Zambello, Lolli, Chico Landi, Avallone, Rosito e outros famosos viriam do Sul, além do ídolo local, Lulu Geladeira. Vinte e duas duplas, pilotando vinte e dois carros, como Alfa GTA, Maseratti, Bino Mark II, Puma, Karmann-Ghia, Fuscas etc. O que havia de melhor. Grande expectativa do público. O Norte do país em festa.
Chicão entra em casa, todo animado: “Vamos para Fortaleza! Com hotel e despesas pagas!”. Uma dupla de nossa cidade conseguira patrocínio junto à Associação Comercial, Prefeitura e alguns comerciantes. Eles iriam de avião para Fortaleza, representando a comunidade, e nós levaríamos o carro, as peças, ferramentas...
Não pensávamos em outra coisa e, por causa disso, falamos mais do que planejamos. Resultado: saímos atrasados, mais uma vez. Com a nossa F 350, motorzão V8, tiraríamos o atraso no pedal, no caminho que conhecíamos muito bem e que passava por Brasília, Paracatu, Montes Claros, Vitória da Conquista e daí, BR 116 e BR 101 até Fortaleza. Parávamos para reabastecer e jogar um sanduba para baixo, enquanto um dormia, o outro dirigia e pé no fundo do V-oitão.
Então, na divisa do Estado de Sergipe com Alagoas, à beira do Rio São Francisco, avistamos uns uniformes verde-oliva, com um fuzis cruzados sobre os peitos, um comando do Exército. Mal sinal! O comando nos manda encostar e parar.
- “Documentos” bradou o soldadinho, com voz imponente..
Chicão olhou todo satisfeito para mim, parecia um peru emproado. Bom sinal, significa que estava tudo em ordem. Com o Chicão, nunca se sabe... Mulato folgado, com toda a documentação em ordem, desceu do caminhão cheio de pose, de bermudas, camisa aberta e cabelo afro.
Deu para sentir, quase que imediatamente, a total falta de empatia entre os dois. O milico na intimidação, querendo exercer toda sua autoridade e força, ao passo que o Chicão, desafiava-o, com suas roupas, sua liberdade, sua segurança.
Começou então uma das mais minuciosas revistas que vi na vida : documentos, notas fiscais, faróis, pneus, estepe, lanternas. Aquela tortura parecia não ter mais fim...
Naquela época, todos os caminhões possuíam um lampião vermelho, à base de querosene, para sinalização, no caso de estarem parados na estrada, por uma emergência ou simplesmente repousando. Era obrigatório, um precursor do triângulo de segurança que seria adotado anos depois.
Um sorriso meio sádico, meio de satisfação estampa o rosto do milico :
- “Cadê o lampião?” comandou o soldadinho. “O Lampião, cadê ele?”
Chicão dá uma coçada na cabeça, olha meio de soslaio e responde :
- “Achei que vocês tinham matado ele há uns trinta anos... Algum de nós tem cara de Maria Bonita, hein? Cêis ainda estão procurando por ele?” O escárnio estampado na face do Chicão faz a “otoridade” explodir :
- “Tejem presos, os dois!” Vira e sinaliza para os outros dois soldados que estavam próximos.
Passamos 48 horas detidos no posto de fronteira, até a troca total do turno e fomos liberados. Em Fortaleza a corrida havia terminado há tempos.
Voltando à cidade, encontramos um verdadeiro reboliço: Os pilotos sendo acusados de sumir com o dinheiro da cidade e todos à procura dos irresponsáveis que nunca chegaram à Fortaleza com caminhão, peças, ferramentas e o carro de corrida!
Chicão resolveu o assunto, alegando que o câmbio do caminhão havia quebrado em algum lugar remoto, sem telefone, nos impossibilitando de avisar quem quer que fosse. Tentamos consertá-lo durante todo o final de semana e só termináramos há pouco. E Contava isto repetidas vezes, com a maior cara de pau, convencendo a todos! Depois, dava uma risadinha, olhava para mim e falava :
- “Lampião e Maria Bonita, verdadeiros heróis brasileiros!” e gargalhava.
Roberto Brandão e Joaquim Filho
Baseado em um dos causos de Joaquim Lopes Filho...
Finalzinho de 69, próximo do primeiro aniversário do AI-5, Guerilha do Araguaia e o Exército com mais poder do que nunca. Só percebíamos isso, quando nos incomodava. A tal Política de Integração Nacional inaugurava estádios e autódromos por todo o país, levando o “circo” para o povo, enquanto torturava dissidentes. Quem estava fora do eixo Rio-São Paulo poderia ver de perto os ídolos do esporte. Nesta esteira, veio o GP de Fortaleza, válido para o campeonato brasileiro, com uma premiação inédita (“deu para pagar o parto da esposa de um dos pilotos da dupla vencedora”, nos contava o Dal Pont).
Marivaldo, Zambello, Lolli, Chico Landi, Avallone, Rosito e outros famosos viriam do Sul, além do ídolo local, Lulu Geladeira. Vinte e duas duplas, pilotando vinte e dois carros, como Alfa GTA, Maseratti, Bino Mark II, Puma, Karmann-Ghia, Fuscas etc. O que havia de melhor. Grande expectativa do público. O Norte do país em festa.
Chicão entra em casa, todo animado: “Vamos para Fortaleza! Com hotel e despesas pagas!”. Uma dupla de nossa cidade conseguira patrocínio junto à Associação Comercial, Prefeitura e alguns comerciantes. Eles iriam de avião para Fortaleza, representando a comunidade, e nós levaríamos o carro, as peças, ferramentas...
Não pensávamos em outra coisa e, por causa disso, falamos mais do que planejamos. Resultado: saímos atrasados, mais uma vez. Com a nossa F 350, motorzão V8, tiraríamos o atraso no pedal, no caminho que conhecíamos muito bem e que passava por Brasília, Paracatu, Montes Claros, Vitória da Conquista e daí, BR 116 e BR 101 até Fortaleza. Parávamos para reabastecer e jogar um sanduba para baixo, enquanto um dormia, o outro dirigia e pé no fundo do V-oitão.
Então, na divisa do Estado de Sergipe com Alagoas, à beira do Rio São Francisco, avistamos uns uniformes verde-oliva, com um fuzis cruzados sobre os peitos, um comando do Exército. Mal sinal! O comando nos manda encostar e parar.
- “Documentos” bradou o soldadinho, com voz imponente..
Chicão olhou todo satisfeito para mim, parecia um peru emproado. Bom sinal, significa que estava tudo em ordem. Com o Chicão, nunca se sabe... Mulato folgado, com toda a documentação em ordem, desceu do caminhão cheio de pose, de bermudas, camisa aberta e cabelo afro.
Deu para sentir, quase que imediatamente, a total falta de empatia entre os dois. O milico na intimidação, querendo exercer toda sua autoridade e força, ao passo que o Chicão, desafiava-o, com suas roupas, sua liberdade, sua segurança.
Começou então uma das mais minuciosas revistas que vi na vida : documentos, notas fiscais, faróis, pneus, estepe, lanternas. Aquela tortura parecia não ter mais fim...
Naquela época, todos os caminhões possuíam um lampião vermelho, à base de querosene, para sinalização, no caso de estarem parados na estrada, por uma emergência ou simplesmente repousando. Era obrigatório, um precursor do triângulo de segurança que seria adotado anos depois.
Um sorriso meio sádico, meio de satisfação estampa o rosto do milico :
- “Cadê o lampião?” comandou o soldadinho. “O Lampião, cadê ele?”
Chicão dá uma coçada na cabeça, olha meio de soslaio e responde :
- “Achei que vocês tinham matado ele há uns trinta anos... Algum de nós tem cara de Maria Bonita, hein? Cêis ainda estão procurando por ele?” O escárnio estampado na face do Chicão faz a “otoridade” explodir :
- “Tejem presos, os dois!” Vira e sinaliza para os outros dois soldados que estavam próximos.
Passamos 48 horas detidos no posto de fronteira, até a troca total do turno e fomos liberados. Em Fortaleza a corrida havia terminado há tempos.
Voltando à cidade, encontramos um verdadeiro reboliço: Os pilotos sendo acusados de sumir com o dinheiro da cidade e todos à procura dos irresponsáveis que nunca chegaram à Fortaleza com caminhão, peças, ferramentas e o carro de corrida!
Chicão resolveu o assunto, alegando que o câmbio do caminhão havia quebrado em algum lugar remoto, sem telefone, nos impossibilitando de avisar quem quer que fosse. Tentamos consertá-lo durante todo o final de semana e só termináramos há pouco. E Contava isto repetidas vezes, com a maior cara de pau, convencendo a todos! Depois, dava uma risadinha, olhava para mim e falava :
- “Lampião e Maria Bonita, verdadeiros heróis brasileiros!” e gargalhava.
Roberto Brandão e Joaquim Filho
OS ÍDOLOS E O MITO - por Roberto Brandão
Mais uma colaboração do amigo Roberto Brandão...
OS ÍDOLOS E O MITO
A Fórmula 1 voltava a seu berço, no Brasil, Interlagos. Muita festa. Eu, para não ficar distante dela, mesmo morando no Rio, na Barra da Tijuca, tinha de estar presente. Desta vez, como turista em minha cidade, e com uma credencial de Paddock na mão, iria curtir a volta do GP Brasil à São Paulo. Senna já era ídolo dos brasileiros, as atenções todas voltadas para ele, pois ainda não havia vencido nenhum GP por aqui, e a festa era grande.
O principal rival, agora corria pela Ferrari. Um dilema para mim. Como torcer para o principal adversário de nosso ídolo? E, pior : eu não gostava de Prost, apesar de todas as suas conquistas, o considerava um piloto de menor expressão. Porém, todas essas dúvidas começaram a se dissipar quando estava me aproximando do templo maior do automobilismo no Brasil. Como é bom voltar para casa! E que festa!
Convidei um dos meus irmãos, aquele que, quando eu era criança (caçula e temporão), me levava a todos os jogos de futebol e a todas as corridas. É oito anos mais velho do que eu e, para sua tristeza, quando começou a me levar ao futebol para torcer para o seu São Paulo, o Santos já tinha Pelé. Eu, assistindo aos jogos a seu lado, constrangido escolhi torcer para quem sempre ganhava.
Logo depois do warm-up da manhã, as celebridades começavam a chegar. Para distrair meu irmão, que não parava de comer do excelente bufê que nos serviam, sugeri um passeio pelos boxes, ver os carros de perto. Na volta, quando os portões de visitação se fecharam, estávamos entrando para o Paddock, quando começou um alvoroço. Meu irmão, próximo de um amontoado de pessoas que já estava se formando, gritou : “Joga o boné e uma caneta, é o Pelé !” Eu, que já estava no alto da escada, obedeci-lhe e, quase me atirei dali mesmo, pois todos que estavam na escada, viraram-se e pararam, bloqueando a passagem de quem quer que fosse.
Foi aí que presenciei o mais inusitado : os pilotos, atração maior daquele espetáculo e ídolos da maioria ali, começaram a escalar o alambrado que dividia os boxes da entrada do Paddock, subindo em pneus e, literalmente, pulando a cerca para conseguir um autógrafo do maior atleta do século XX. Foi um acontecimento : exceto as duas estrelas da corrida, todos demais pilotos pularam o alambrado para falar com ele, Pelé.
Na corrida, após liderar quase todo o tempo, Senna tentou passar o retardatário Nakajima no Bico de Pato. Bateu. Prost ganhou mais uma e com a Ferrari. Meu irmão comeu tanto durante a manhã, que dormia o sono dos anjos durante a corrida.
E Pelé, mais uma vez, provara que os outros podem ser ídolos, mas ele é mito. O ídolo dos ídolos.
OS ÍDOLOS E O MITO
A Fórmula 1 voltava a seu berço, no Brasil, Interlagos. Muita festa. Eu, para não ficar distante dela, mesmo morando no Rio, na Barra da Tijuca, tinha de estar presente. Desta vez, como turista em minha cidade, e com uma credencial de Paddock na mão, iria curtir a volta do GP Brasil à São Paulo. Senna já era ídolo dos brasileiros, as atenções todas voltadas para ele, pois ainda não havia vencido nenhum GP por aqui, e a festa era grande.
O principal rival, agora corria pela Ferrari. Um dilema para mim. Como torcer para o principal adversário de nosso ídolo? E, pior : eu não gostava de Prost, apesar de todas as suas conquistas, o considerava um piloto de menor expressão. Porém, todas essas dúvidas começaram a se dissipar quando estava me aproximando do templo maior do automobilismo no Brasil. Como é bom voltar para casa! E que festa!
Convidei um dos meus irmãos, aquele que, quando eu era criança (caçula e temporão), me levava a todos os jogos de futebol e a todas as corridas. É oito anos mais velho do que eu e, para sua tristeza, quando começou a me levar ao futebol para torcer para o seu São Paulo, o Santos já tinha Pelé. Eu, assistindo aos jogos a seu lado, constrangido escolhi torcer para quem sempre ganhava.
Logo depois do warm-up da manhã, as celebridades começavam a chegar. Para distrair meu irmão, que não parava de comer do excelente bufê que nos serviam, sugeri um passeio pelos boxes, ver os carros de perto. Na volta, quando os portões de visitação se fecharam, estávamos entrando para o Paddock, quando começou um alvoroço. Meu irmão, próximo de um amontoado de pessoas que já estava se formando, gritou : “Joga o boné e uma caneta, é o Pelé !” Eu, que já estava no alto da escada, obedeci-lhe e, quase me atirei dali mesmo, pois todos que estavam na escada, viraram-se e pararam, bloqueando a passagem de quem quer que fosse.
Foi aí que presenciei o mais inusitado : os pilotos, atração maior daquele espetáculo e ídolos da maioria ali, começaram a escalar o alambrado que dividia os boxes da entrada do Paddock, subindo em pneus e, literalmente, pulando a cerca para conseguir um autógrafo do maior atleta do século XX. Foi um acontecimento : exceto as duas estrelas da corrida, todos demais pilotos pularam o alambrado para falar com ele, Pelé.
Na corrida, após liderar quase todo o tempo, Senna tentou passar o retardatário Nakajima no Bico de Pato. Bateu. Prost ganhou mais uma e com a Ferrari. Meu irmão comeu tanto durante a manhã, que dormia o sono dos anjos durante a corrida.
E Pelé, mais uma vez, provara que os outros podem ser ídolos, mas ele é mito. O ídolo dos ídolos.
Roberto Brandão
10 agosto 2006
Fokker 100

31 de outubro de 1996.
Exatamente as 8:27 da manhã o brasileiro aprendeu a ter medo do Fokker 100. Eu não.
Logo após decolar com destino ao Rio de Janeiro o PT-MRK teve um problema mecânico e mergulhou sobre algumas casa nas proximidades do aeroporto de Congonhas.
Era uma quinta-feira. Cheguei atrasado no serviço e quando cheguei já estavam todos agitados.
Teve gente que até marejou os olhos quando me viu. Homem adulto, quase da idade do meu pai.
Eu explico.
Havia uma visita para ser feita a um cliente no Rio, e eu tinha passado a quarta-feira tentando convencer o chefe a me liberar para ir na quinta, Ponte Aérea na sexta é um inferno, e já tinha feito reserva exatamente para o vôo 402.
Final da quarta, empresa às moscas, eu e o chefe ainda nos batíamos, eu querendo ir para o Rio na quinta, ele insistindo que sexta seria melhor, até porque o cliente tinha de fazer um depósito e coisa e tal.
Como chefe é chefe, valeu o que ele queria, mas só nós dois sabíamos disso, e um dos motivos para eu não ir na quinta-feria era o fato de que o chefe não estaria na empresa.
Pois bem, ligamos para a TAM e remarcamos a passagem.
Voltando para quinta, só quando cheguei para trabalhar é que todos tiveram certeza de que eu não estava no avião. Por isso a comoção.
Na sexta, eu voei para o Rio, no vôo 402, sem dar muita importância ao fato.
Cochilei antes da decolagem e só acordei com a chacoalhada do pouso - como faço até hoje.
Lerdo, demorei meses para me dar conta da importância daquele dia e não guardei o canhoto da passagem.
Na época achei que era lixo. Só mais um vôo.
Não tenho medo do Fokker 100, ao contrário, é meu avião favorito.
Sempre que entro em um lembro daquele dia. É, ninguém morre na véspera...
Conto isso devido ao recente problema na porta de um Fokker 100, que fez com que muitos se manifestassem contra ele, meu avião favorito. Aqui alguns dados para os detratores do meu avião:
100 piores acidentes da história da aviação (em número de vítimas)
http://www.planecrashinfo.com/worst100.htm
Base de dados (ano a ano)
http://www.planecrashinfo.com/database.htm
Procurem acidentes com o Fokker 100 e verão que são quase impossívelis de encontrar, por terem sido pouquíssimos. No fundo, os detratores do Fokker 100 têem é inveja!
08 agosto 2006
Grande novidade
Hoje vi meu próximo herdeiro ou herdeira.
Tem apenas 12mm, 7 semanas e 4 dias.
Minha esposa espera nosso segundo filho (ou primeira filha).
Amanhã (ou depois) fotos do ultra-som da Junia (ou do Leonardo).
Quando souber se é menina ou menino aviso - mas ainda vão uns 3 meses até isso.
Tem apenas 12mm, 7 semanas e 4 dias.
Minha esposa espera nosso segundo filho (ou primeira filha).
Amanhã (ou depois) fotos do ultra-som da Junia (ou do Leonardo).
Quando souber se é menina ou menino aviso - mas ainda vão uns 3 meses até isso.
07 agosto 2006
É impressão minha ou implicância?
Todo final de semana de GP2 é a mesma história.
Sai uma nota explicando porque o Xandinho Negrão não fez nada.
NADA. Com maiúsculas...
Ele é ruim ou muito ruim?
Ou é só impressão minha?
Ou ainda, implicânica...
http://ultimosegundo.ig.com.br/paginas/grandepremio/materias/382501-383000/382890/382890_1.html
Quem me explica...
Sai uma nota explicando porque o Xandinho Negrão não fez nada.
NADA. Com maiúsculas...
Ele é ruim ou muito ruim?
Ou é só impressão minha?
Ou ainda, implicânica...
http://ultimosegundo.ig.com.br/paginas/grandepremio/materias/382501-383000/382890/382890_1.html
Quem me explica...
A chuva é a solução
Choveu na F1 e a F1 voltou a ter graça...
Até o Galvão já entendeu que o problema da F1 é freio. Freio bom demais no caso.
Choveu, todo mundo tem de freiar antes. Choveu, voltamos a ter um esporte.
Repito, até o Galvão percebeu...
Rubens inventou e perdeu a chance de vencer.
Repete-se a história da Stewart. Rubens pinta como herói e o companheiro de equipe entra pra história.
Na verdade, aconteceu assim na Ferrari também.
É... faz parte
Até o Galvão já entendeu que o problema da F1 é freio. Freio bom demais no caso.
Choveu, todo mundo tem de freiar antes. Choveu, voltamos a ter um esporte.
Repito, até o Galvão percebeu...
Rubens inventou e perdeu a chance de vencer.
Repete-se a história da Stewart. Rubens pinta como herói e o companheiro de equipe entra pra história.
Na verdade, aconteceu assim na Ferrari também.
É... faz parte
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